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sexta-feira, 11 de março de 2011

As Modificações Planetárias e o Novo Mundo




As catástrofes naturais que estão acontecendo, somado a uma série de guerras pelo mundo, em especial no Oriente Médio, demonstram o começo de uma série de ocorrências que levarão o Planeta à transformação para a fase evolutiva pura. Isso quer dizer que expiações cármicas não mais farão parte do projeto espiritual para esse plano, logo, tudo aquilo, aquele ou coisa que é apontado como fator e causa de expiação, será ou serão retirados da Terra e, em caso de espíritos, passarão a habitar orbes que correspondam às suas características.
Ao que vi e me foi mostrado por mestres espirituais em desdobramentos, conforme textos anteriores publicados neste Blog, lugares onde há um apego muito grande para tecnologia potencialmente material, locais onde a degradação humana é constante e ininterrupta, países onde as religiões são fundamentalistas, lugares onde a crença religiosa é de alienação e onde a fé é deturpada, locais onde a vulgarização sexual é constante, concentrada e explícita e lugares onde a orientação política é desmedida e ditatorial, somando-se a isso locais onde a economia está acima de tudo, serão os pontos que serão atingidos pelas atividades naturais 'catastróficas' e guerras de grande impacto econômico e social.
A humanidade passará por violentas transformações para que seja freada a banalização que está se generalizando em todos os sentidos, tudo para que os valores humanos sejam resgatados e a motivação do amor seja uma realidade. Embora alguém questione o mecanismo, numa vontade de esbravejar sobre o método empregado, é necessário entender que não há mais possibilidade dos lobos e os cordeiros viverem no mesmo pasto. Ocorre que de tanta exposição a fatores degradantes, muita gente que começa a se encaminhar para a razão começará a ser arrastada para zonas muito pobres do ponto de vista evolutivo.
Começará assim os períodos de estagnação energética e de grandes colapsos tecnológicos outrora impensáveis, bem como inundações e secas sem precedentes ou causas lógicas em localidades que se associam as especificações acima descritas. O eixo terrestre, verdadeiramente, está se deslocando e as tempestades solares serão cada vez mais intensas, sem contar as questões nucleares que, de um jeito muito estranho, passarão a ocupar as manchetes dos jornais de todo o Mundo.
Veremos uma intervenção militar bastante aproximada da Segunda Grande guerra, inclusive por parte de países que jamais pensaram em usar as armas antes, tudo porque ninguém percebeu com antecedência que um louco tinha (e tem), em seu país, um bom aparato de armas de nucleação atômica.
Isso, no entanto, não é o FIM DO MUNDO, mas o fim de uma face torta de um mundo.
(Busquemos nos espiritualizar e desenvolver sentimento de humanidade).
Marlon Santos

quarta-feira, 9 de março de 2011

O que falar num velório?






Velório é momento de dor de pessoas que perderam um ente querido. Normalmente suas paciências estão esgotadas e angustiadas, duvidando de Deus e de tudo aquilo que as religiões pregam. Dessa forma se faz necessária toda a descrição e toda a coisa que possa causar redundâncias.
Devem ser evitadas palavras simplórias do tipo ' ele foi para com Deus', 'seja forte', 'Deus quis assim', 'enfim, descansou', etc, etc. Nada disso ajuda, ao contrário, causa ojeriza e, as vezes, revolta, mesmo que velada.
A maioria das pessoas não possuem conhecimento espiritual, muito menos sobre as coisas relacionadas a vida após a morte, então, palavras e assuntos relacionados a isso ainda podem trazer mais danos para a crença já combalida pelo acontecimento e a pessoa poderá se distanciar ainda mais do conhecimento que será tão oportuno para o futuro.
Outra coisa sem efeito é tentar falar de espiritualidade e vida após a morte, pois as pessoas não têm condições de ter discernimento total nesses momentos e você estaria perdendo tempo e esforço em vão. A melhor atitude é ir ao velório como uma ato de respeito pelo corpo do desencarnado somado a um ato de respeito e humanidade pelas pessoas que lá estão, enlutadas.


Se fores inquirido sobre religião, Deus ou vida após a morte, limite-se a dizer que um dia a pessoa acabará entendendo todo o acontecido e que, no momento, você está ali para dividir o peso da situação e da dor. Pode dizer, também, que no momento oportuno, depois que as coisas se acalmarem, você poderá fazer maiores esclarecimentos.


Em velório, tudo o que é redundante é problema pra quem está envolvido nele, além disso, é um momento que o uso da razão fica muito limitado e prejudicado. Então cautela e comedimento são as melhores coisas para serem usadas. Veja também que quem tem dor não precisa de palavras, precisa de valor humano, sentimento de humanidade, presença de vida, força e calor de gente, amor e ânimo.



Marlon Santos

segunda-feira, 7 de março de 2011

Profissão Cármica




As profissões não têm por objetivo somente produzir sustentações familiares ou, ainda, dar provimento as questões de consumo da sociedade com relação ao mercado a a indústria, qualquer que seja. Além de atender uma série de demandas na área dos desenvolvimentos pessoais do indivíduo o ofício profissional traz benefícios sociais em cima da sua abrangência e responsabilidade.
A questão cármica se liga a demanda social da profissão e ao benefício social própriamente dito. Não se pode abrir mão de pensar que as aspirações evolutivas, em qualquer estágio da provação pode ser terminado, desde que o aprendizado tenha tido êxito. Esse êxito vai se dar com a absorção das habilidades e das restrições que são naturalmente impostas pela profissão.
Pertencer a uma faixa profissional que lhe limita gastos e abrangências maiores no consumo, mostra que sua vulnerabilidade está ligada a ecessos em alguma passagem; a incidência de fatos negociais não exitosos da profissão dão a entender que no passado o dinheiro foi usado para corromper e perverter você e terceiros; as extravagâncias são contidas pelos despreparos profissionais, fazendo com que a pessoa se submeta a exercícios que a modelem na liturgia do zelo e da doutrina social virtuosa.
Todo o profissional em expiação cármica deve estar atento nas suas responsabilidades, na dedicação, nos gostos, na ética, pois fica claro que já foi vítima de problemas graves no passado. A reincidência será ainda mais danosa no tocante a evolução espiritual.
O profissional deve sempre buscar a incorporação de novos desafios que o valorizem, sobre o ponto de vista evolutivo. Deve saber, também,que quanto mais badalada a atividade, que quanto mais sua profissão o evidencia, mais deveres terá de se aprimorar e buscar um acervo que seja pleno de virtude, numa correspondência superior a condição de conseguir patrimônio material.
As profissões tem, de igual forma, capacidades retificadoras, como é o caso de juízes, promotores, policiais, etc. Tudo isso se liga as propensões que tem a alma, principalmente aquela que destoou das atividades sociais valorosas e cultuou, ao longo de existência anterior, uma série de desrespeito a moral e a vida.


É normal, por exemplo, que gente que facilitou genocídios e abortos hoje estejam desempenhando, de modo resignado e motivado, ações de professores, médicos e pedagogos, de forma a reestabelecer na mente e na alma o amor ao próximo, a compaixão e o resgate de usas dívidas. É assim que vão se esvaindo as ansiedades psicológicas das pessoas que abriram mão de uma atividade profissional profícua, social e espiritual, em tempos idos. A profissão cármica funciona como um mata borrão das atividades torpes de antigamente.


Têm aqueles, também, que aqui encarnam e dispõem de profissões cujos aspectos estão ligados a evolução pura da sociedade. Trazem com eles a condição da descoberta e, de maneira inexorável, marcam sempre o começo de uma nova era terrena, como foi o caso de Aristóteles, Platão, Plutarco, Albert, etc.


Por fim, se pode dizer que o peso positivo da atividade profissional nas questões da estrutura social e suas engrenagens está ligado a contribuição que a ação causa no desenvolvimento social, principalmente no tocante ao que isso tem contribuído para os planos da Espiritualidade sobre o avanço evolutivo humano.


Busque, como profissional, se ver livre dos rancores 'instintivos' que possuis, aperfeiçoando-se e compartilhando entendimentos. Eis a chave do sucesso na profissão cármica.


Marlon Santos

sexta-feira, 4 de março de 2011

As Pessoas Possuem Dons?




NÃO! As pessoas podem vir para este plano com algumas tendências favorecidas pela experiência reencarnatória, mas mais do que isso seria o mesmo que dizer que Deus teria favorecido uns e desfavorecido outros.
Muitas coisas que as pessoas chamam de dom, na verdade está relacionado a mediunidade, que de longe já se sabe que não é dom, e sim dívidas contraídas em outra passagem. Pensar que Deus dotou alguns com capacidades especiais em detrimento de outros é banalizar a finalidade evolutiva dos espíritos.


Toda a pessoa pode desenvolver dotes e capacidades, por isso é que já possui um cérebro tão grande. Usar as condições cerebrais é o projeto que a espiritualidade tem com o ser humano, uma vez que a base da criação é o amor e o propósito eterno a evolução. É por essa razão que o ser humano tem dever de ocupar sua mente em todas as situações que lhe permitam sabedoria e avanço.


Muita gente confunde desenvolver uma habilidade com ter um dom e, alguns, até mesmo se auto-sugestionam ao pensarem com convicção que suas habilidades bem desenvolvidas são presentes dos céus. Todos se enganam. É uma questão querer fazer e fazer; uma questão de se determinar e treinar; meter a cara mesmo, nada além disso, a não ser usar a massa cinzenta.


Não devemos esperar as coisas acontecerem, até porque, se estão acontecendo é porque tem alguém que tá fazendo acontecer e você tem que ver de que lado você está: se daquele que faz acontecer porque usa o cérebro, ou se daquele lado em que as pessoas esperam ter um dom para as coisas caírem do céu.


O cérebro pode ser exigido no máximo, mas nossa cultura é tão mesquinha que ainda hoje tem gente que afirma que ler muito enlouquece, ao menos eu fui criado com essa ideia. Quer ter "dons especiais"? Faça a cachola trabalhar, ela é poderosa.

terça-feira, 1 de março de 2011

As Fobias e as Vidas Passadas



As fobias se relacionam intimamente com as passagens anteriores da pessoa por ambientes ou fatos que a tornaram fragilizada ou frágil.

A fobia não tem uma finalidade expiatória, mas sim a finalidade de chamar a atenção da pessoa de que ela tem algo para ser tratado e vencido, diante da certificação que a exposição dela aquilo que a vitimou em outra existência, produz em si uma série de contrastes e choques mentais quase intransponíveis pela consciência.

De fato, o cérebro resguarda em seu interior toda a gama de traumas funestos a que foi exposto, e isso é o que devassa a mente numa situação de se deparar novamente com o problema ou com aquilo que se relaciona ao problema. Marcas indeléveis ficam depositadas das profundezas do cérebro até sua superfície de modo que a reencarnação não consegue filtrar completamente e nem apagá-las com sua intensa capacidade reparadora.
Caberá ao indivíduo fazer as compensações de seus problemas fóbicos, primeiro os identificando, depois, orientadamente, deve dirimir as dúvidas e, aos poucos, amainar e amenizar seus conflitos sem fugir da frente do problema que invoca o trauma.



Certa vez me perguntaram que se admitia que se alguém tenha medo ou fobia de altura, possa ser suposto que é alguém que teria sido vítima de uma queda, mas o que ocorreria com alguém que tivesse fobia de borboletas? Analisando o fato, já que quem tinha feito a pergunta era a própria pessoa que tinha o carma de fobia, visualizou-se que, em vida anterior a essa, ficara amarrado a uma árvore até quase desencarnar. Como era época de reprodução das borboletas imperiais, a tal árvore onde estava amarrado era palco da corte das borboletas e estas passavam repetidamente por cima de seu corpo o que, já pelo estado de fome, frio e semi-consciência, lhe perturbava intensamente. Foi daí que surgiu seus desafetos e fobias com borboletas.

O mais interessante em tudo isso é que depois que a pessoa ficou sabendo do que se tratava, a fobia das borboletas desapareceu completamente.


Basta um pequeno exercício mental para sabermos a razão desse tipo de acontecimento. Busque saber mais sobre outras passagens através de livros de autores sérios.

Marlon Santos

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Como descobrir minha missão na Terra?






A maior parte das pessoas têm uma curiosidade muito grande sobre suas missões aqui pelo Planeta Terra. É legítima a preocupação, principalmente sob o ponto de vista de querer se ocupar com a coisa certa para não ficar perdendo tempo neste plano. No entanto, sem querer trazer desilusões nem tirar o brilho do lirismo da palavra missão, é certo que nenhuma pessoa tem um caminho predestinado de ação e trabalho, pois se assim fosse, não passaríamos de marionetes nas mãos da espiritualidade.

É certo, porém, que ao nascer neste plano o ser humano se enquadre pelas linhas cármicas nos círculos correspondentes entre família e amigos. Só que isso não é a missão propriamente dita, pois esta é genérica e una para todas as pessoas: evoluir!

O ser humano que encarna nestas plagas tem por finalidade a missão de se explorar, se desenvolver, e é por isso que ninguém vem pra cá com um manual contendo uma missão específica. A pessoa deve embasar suas atividades diárias sem a preocupação de estar fazendo algo distante de seus desígnios espirituais e ao mesmo tempo estar consciente que o desenvolvimento deve ser contínuo e abrangente, sem pré definições.
Se pode considerar, ainda, que muitas pessoas, até mesmo por razões reencarnatórias, tenham mais facilidades e habilidades para lidarem melhor com algumas matérias que em outras. O que não lhes dará motivo para pensar que a sua tendência natural, como missão, esteja vinculada a isso.
É dever de um ser humano se portar como aquele que quer saber e aprender tudo, metodicamente, mas ficar por dentro de todo o assunto, de tudo aquilo que agrega valor à mente.
Se você nasce num estado de pobreza física, deve buscar a riqueza e todas aquelas coisas que lhes são atributos, assim como a riqueza moral e espiritual. Ocorrerá o mesmo com aquele que tem riqueza material, mas tem pobreza de família e de justiça, pois deverá buscar essas coisas sem titubear. Geralmente, se deve encaminhar a missão partindo do ponto em que está colocado e com tudo aquilo que tem a disposição, mas nunca esquecendo de perseguir o caminho reto e moralizante.
Tua missão não tem roteiro, não tem entrave. Tua missão é ir em busca de tudo o que é permitido e que tua cabeça possa contemplar e absorver. É não ter sentimento de derrota, que é exatamente o que fazem aqueles que precisam ter desculpas para os erros e os fracassos, principalmente quando concluem que erram por estar afastados de suas 'missões'.
Marlon Santos

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Balas Perdidas e o Carma



Como se sabe em toda a espiritualidade, o espírito é herdeiro dele próprio. Isso quer dizer que, de um ou outro jeito, o resgate de suas dívidas sempre acontecerá.

Interessante é a consciência da pessoa estar em sintonia com sua subconsciência que é o local onde são depositadas todas as informações adquiridas em outras passagens. Dessa maneira é que surgem as resignações das pessoas com seus resgates cármicos, pois quando começam a se desenlaçar as ocorrências, as ligações, de igual modo, começam a ficar ligadas novamente. É como se a pessoa entendesse os desígnios espirituais.

Balas perdidas ou coisas associadas, surgem em decorrência das atividades beligerantes de outrora, quando homicidas mercenários, ou políticos violentos usurparam seus poderes e ordenaram chacinas sangrentas a esmo. Detentores de um passado sufocante e de perseguições rudes, hoje esses espíritos passam a ficar na mira de armas que desconhecem e não enxergam. São deliberações deles próprios na busca de repararem suas consciências das aflições advindas daquelas infâmias mundanas.

Sempre vi que essas relações entre balas perdidas estavam relacionados a passados violentos, mas nunca na intenção de o espírito desfazer seus dissabores e dramas com uma atitude má contra si mesmo, mas sim com um mata borrão que ele impõe pra si mesmo para equilibrar passado e futuro, reconstituindo a confiança e a honra em si mesmo.

Carrascos, atiradores de paredões e decaptadores se sujeitam a esses dramas.
Leia nesse blog "O Carma", como leitura auxiliar.
Marlon Santos

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Qual o efeito da oração?



A oração é a fórmula sublime que a criatura tem de entrar em contato íntimo com seu Criador, respondendo a um misterioso desejo de aproximação com o Divino, palavras que saem dos recantos mais profundos da mente humana carregadas de ânimo e determinação fazem do ato de orar o momento de maior humildade que uma pessoa vive.


A oração propriamente dita não pode ser comparada com aquele monte de palavras vociferadas a esmo e de maneira automática pelas criaturas desassistidas de bom senso. Orar é diferente: é interagir com a essência criadora da alma e do UNIVERSO. Orar é dedicar uma contemplação toda especial a Deus, não no sentido de temê-lo, mas de render-lhe culto altivo pelo dom de viver.


A oração sem ação não tem efeito prático e Deus não toma partido pelo que mais reza em detrimento daquele que menos reza, pois, se assim fosse, Deus seria um Ser parcial e injusto, afinal todos são filhos dele, independente de reza.


Então para que orar? Ora, como falado acima, é uma forma inteligente e sublime de render culto Àquele que é o Grande Arquiteto do Universo. E, na melhor das hipóteses, pode ser reservado ao sagrado ato do trabalho a mais grandiosa de todas as orações. É o que se chama de orar com ação.


Jesus já criticava aqueles que subiam no púlpito e da maneira mais demagógica possível bradavam palavrórios infindáveis e aos gritos em forma de orações, numa intenção de pensar que só podia ser surdo e burro, de modo que tinham que falar alto e repetidas vezes.


Por fim, o repetéco massante e tolo nas orações só certificam a falta de conhecimento religioso da pessoa, principalmente dos santos evangelhos.


De outro ponto de vista, o que é muito notado pela espiritualidade superior é a condição humana do que reza, e não do que é falado na reza.


MARLON SANTOS