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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Balas Perdidas e o Carma



Como se sabe em toda a espiritualidade, o espírito é herdeiro dele próprio. Isso quer dizer que, de um ou outro jeito, o resgate de suas dívidas sempre acontecerá.

Interessante é a consciência da pessoa estar em sintonia com sua subconsciência que é o local onde são depositadas todas as informações adquiridas em outras passagens. Dessa maneira é que surgem as resignações das pessoas com seus resgates cármicos, pois quando começam a se desenlaçar as ocorrências, as ligações, de igual modo, começam a ficar ligadas novamente. É como se a pessoa entendesse os desígnios espirituais.

Balas perdidas ou coisas associadas, surgem em decorrência das atividades beligerantes de outrora, quando homicidas mercenários, ou políticos violentos usurparam seus poderes e ordenaram chacinas sangrentas a esmo. Detentores de um passado sufocante e de perseguições rudes, hoje esses espíritos passam a ficar na mira de armas que desconhecem e não enxergam. São deliberações deles próprios na busca de repararem suas consciências das aflições advindas daquelas infâmias mundanas.

Sempre vi que essas relações entre balas perdidas estavam relacionados a passados violentos, mas nunca na intenção de o espírito desfazer seus dissabores e dramas com uma atitude má contra si mesmo, mas sim com um mata borrão que ele impõe pra si mesmo para equilibrar passado e futuro, reconstituindo a confiança e a honra em si mesmo.

Carrascos, atiradores de paredões e decaptadores se sujeitam a esses dramas.
Leia nesse blog "O Carma", como leitura auxiliar.
Marlon Santos

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Espíritos piores que o de Hitler e suas encarnações

A reencarnação, como falado em texto anterior, é necessária, não obrigatória. Ela dá a condição do espírito depurar sua mente e sua consciência, além de oportunizar novas e mais apuradas experiências. De fato, muito se pensa que espíritos da estirpe de Hitler passariam muito tempo na erraticidade ou em regiões umbralinas, mas também é fato que esses espíritos acusam um certo grau de evolução bem substancial, o que lhes facilita a consciência da nescessidade reencarnatória e das obrigações morais que outrora evitaram.
Interessante é que só enxergamos em gente que nem Hitler a estupidez e a falta de caráter, como se só esses espíritos de passagem mais marcante, negativamente, fossem os grandes algozes da humanidade. A realidade é outra coisa. Em verdade o mundo está cheio de gente bem mais ignorante e malévola que Hitler, gente que mata mais e faz mais malvadezas que ele fez. Um exemplo disso são governantes que, muitas vezes, nem sabem ao certo o que se passa com seus mandos e as consequências deles. Motivo pelo qual um prefeito de uma cidade média do Brasil pode matar muita gente, mesmo sem intenção -se é que pelo fato de matar tem que haver intenção- em razão da simples falta de medicamento de pressão arterial nos postos de saúde. Ou seja, a falta de medicamentos em razão de uma retranca jurídica de uma fábrica em recurso, pode trazer à morte um número apavorante de pessoas.


Se falarmos em morte em massa, podemos pensar em governos, mas tem aquelas formas de matar mais ardilosas. Pode se dar quando um médico faz uma experiência com um paciente, ou quando resolve fazer uma cirurgia desnecessária em um outro paciente só porque precisa pagar a faculdade do filho no final do mês. Enfim, esse tipo de coisa de coisa que só Deus fica sabendo e que, ao chegar na espiritualidade, esses espíritos acabam sabendo que Deus sempre soube de suas falcatruas, acontecem o tempo todo.


Temos que ter cuidado com nossa condição de julgar e também com nosso método de achar que só coisas que aparecem aos olhos são más ou boas. Tem muita coisa que não vemos e são torpes e brutas como grandes tragédias que nossa visão vê. Tem muito espírito igual ao do Hitler por aí a fora, assim como alguns que chegam a ser piores, mas ficam escondidos para os olhos físicos, embora possam ser percebidos pelos olhos da alma. Não podemos esquecer também daqueles matadores da moral humana, inescrupulosos, que ao pior de todos os Hitlers, aparecem como anjinhos para o povo.



Marlon Santos



quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Qual a sensação no momento de morrer?






O ato de morrer para o espírito em nada se relaciona aos aspectos físicos expressados pelo corpo de carne no momento da desencarnação. Aqueles olhos esbugalhados somados ao aterrador aspecto fisionômico onde a face parece estar chocada com o vislumbre de algo desconhecido e, por isso mesmo de pânico, não atingi a alma que passa a perscrutar novo plano.
O momento da morte se dá com dois fenômenos distintos e ligados entre si ao mesmo tempo. São eles o desligamento do corpo físico e o desenlace do corpo espiritual do dito corpo físico. O corpo carnal, que após o consentimento unânime das células físicas de que o conteúdo elétrico não pode ser mais comportado por elas, passa ao estado de solidez, perde também a condição de percepções imediatamente. Isso ocorre porque todos os sentidos e sensibilidades acompanham o corpo etéreo.
Ao corpo carnal resta a decomposição da forma respeitando sempre a retroprogressão dos componentes celulares e suas divisões e subdivisões atômicas, até que se transforme em átomos primitivos que comporão novos seres e objetos.

O corpo espiritual segue com todas as atividades semelhantes as do corpo físico, pois desde a respiração ao batimento cardíaco, desde a contração do diafragma até o peristaltismo do estômago, são atividades que não cessam para o espírito. O corpo espiritual é o protótipo do corpo físico e não o contrário.

Assim que a morte se encaminha, a tão não esperada agonia se dissipa com uma espécie de desmaio que acontece com o solavanco provocado pelo corte da eletricidade que movimenta as atividades cerebrais. Ao contrário do que supomos, a respiração não sofre parada, sem contar que a respiração do espírito é mais 'solta' e menos ofegante que a respiração do corpo físico, é que o sistema se dispõe com menos quantidades de alvéolos.

Pode acontecer, porém, de haver um intervalo entre o fato da morte e a consciência que o espírito passa a ter de que 'morreu', quer dizer, esse espaço de tempo pode ocorrer por questões mentais, mas as atividades metabólicas dele não param.
É óbvio que traumas propiciam dores no corpo carnal e se transferem para o corpo espiritual, quase sempre e, aliás, nem leva muito tempo para que o espírito sinta-se na mesma condição em que estava quando habitava este plano.

Uma vez conversei com o espírito de alguém que desencarnou por afogamento. Ele disse: 'Parecia que eu não tinha desencarnado. Eu estava consciente de tudo, inclusive de que tinha afundado na água. Aí me deparei com um monte de gente me socorrendo em um quarto, meus pulmões não queimavam mais. Acho que uma semana depois fiquei sabendo que eu tinha desencarnado'.
Marlon Santos

segunda-feira, 22 de março de 2010

A Reencarnação


Infelizmente a reencarnação não é tratada com a devida seriedade por parte das pessoas. Cheias de reservas, pensam que isso é frente de pouca importância e que não merece consideração. Como sempre acontece com os fatos ou fenômenos espíritas, as preocupações com a reencarnação surgem depois de uma certa demanda de dor a que a pessoa se submete, geralmente a morte de um ente querido.
A reencarnação não é assunto de ser tratado por religião de nenhum tipo. Ela pode constar nas religiões mas não pode ser tratada como aspecto ou bandeira de doutrina de uma religião.
A reencarnação é o caminho natural das almas diante de sua escalada evolutiva, sem contar que ela não fica sujeita a crenças de qualquer tipo, pois ela é um meio, um mecanismo de crescimento espiritual.
Aí dizem: eu não acredito, isso não existe! Não tem problema. O fato de uma pessoa não acreditar em algo não torna esse algo inabilitado ou inexistente. Nesse caso, a reencarnação não é uma teoria, ela é uma condição de crescimento e não se sujeita a fé para acontecer. No entanto, é óbvio que se a pessoa não crê em Deus não tem predisposição a aceitar a reencarnação. Logicamente o que leva uma pessoa a estudar o assunto é o interesse dela no futuro da existência humana e, pelo que vejo, só tem esse interesse quem sabe que temos um Deus criador. Leia também: Temos Destino?
Aprender sempre e evoluir constantemente: esse é o lema da vida. Não se pode querer que essa vida se dê desobrigada do compromisso do aprendizado e não se pode querer que esse aprendizado se dê, tão somente, em algumas décadas vividas aqui pela terra.
A reencarnação surge como o remédio que cicatrizará as feridas das passagens e como o fôlego renovador de ânimo para atingir novos graus de conhecimentos indispensáveis aos espíritos.
Claro que o processo reencarnatório não se desenrola sem a comunhão do espírito reencarnador. Existe toda uma metodologia usada para a ação reencarnatória. Falaremos desse tema em momento oportuno.
Reencarnar é dar oportunidade a si mesmo de resgatar certos anseios cármicos que tanto atrapalham o progresso do espírito. Leia O Carma, neste blog.
Não queira vir para este universo e fazer com que sua estada por ele fique restrita a uma só profissão, a um só tipo de tendência ou a só um tipo de pensar. Isso não acontecerá. Para tanto existe a reencarnação, cuja atividade é a única capaz de patrocinar novos rumos de conhecimentos e acessos a novas fontes de conhecimentos.
A não ser que você seja uma exceção à regra, estilo 'super-super-super-homem' e consiga aprender tudo o que terá que aprender em uma só passagem pela terra, ou pense que basta aprender só um pouquinho durante a vida eterna inteira, vivendo para sempre de contemplações e adorações. A encarnação faz com que deixemos para tras os maus hábitos e os traços desgraçados das experiências.
Estude muito sobre esse tema, pois além de fascinante, será útil para você e toda a sua família, sempre.

Marlon Santos
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