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segunda-feira, 7 de março de 2011

Profissão Cármica




As profissões não têm por objetivo somente produzir sustentações familiares ou, ainda, dar provimento as questões de consumo da sociedade com relação ao mercado a a indústria, qualquer que seja. Além de atender uma série de demandas na área dos desenvolvimentos pessoais do indivíduo o ofício profissional traz benefícios sociais em cima da sua abrangência e responsabilidade.
A questão cármica se liga a demanda social da profissão e ao benefício social própriamente dito. Não se pode abrir mão de pensar que as aspirações evolutivas, em qualquer estágio da provação pode ser terminado, desde que o aprendizado tenha tido êxito. Esse êxito vai se dar com a absorção das habilidades e das restrições que são naturalmente impostas pela profissão.
Pertencer a uma faixa profissional que lhe limita gastos e abrangências maiores no consumo, mostra que sua vulnerabilidade está ligada a ecessos em alguma passagem; a incidência de fatos negociais não exitosos da profissão dão a entender que no passado o dinheiro foi usado para corromper e perverter você e terceiros; as extravagâncias são contidas pelos despreparos profissionais, fazendo com que a pessoa se submeta a exercícios que a modelem na liturgia do zelo e da doutrina social virtuosa.
Todo o profissional em expiação cármica deve estar atento nas suas responsabilidades, na dedicação, nos gostos, na ética, pois fica claro que já foi vítima de problemas graves no passado. A reincidência será ainda mais danosa no tocante a evolução espiritual.
O profissional deve sempre buscar a incorporação de novos desafios que o valorizem, sobre o ponto de vista evolutivo. Deve saber, também,que quanto mais badalada a atividade, que quanto mais sua profissão o evidencia, mais deveres terá de se aprimorar e buscar um acervo que seja pleno de virtude, numa correspondência superior a condição de conseguir patrimônio material.
As profissões tem, de igual forma, capacidades retificadoras, como é o caso de juízes, promotores, policiais, etc. Tudo isso se liga as propensões que tem a alma, principalmente aquela que destoou das atividades sociais valorosas e cultuou, ao longo de existência anterior, uma série de desrespeito a moral e a vida.


É normal, por exemplo, que gente que facilitou genocídios e abortos hoje estejam desempenhando, de modo resignado e motivado, ações de professores, médicos e pedagogos, de forma a reestabelecer na mente e na alma o amor ao próximo, a compaixão e o resgate de usas dívidas. É assim que vão se esvaindo as ansiedades psicológicas das pessoas que abriram mão de uma atividade profissional profícua, social e espiritual, em tempos idos. A profissão cármica funciona como um mata borrão das atividades torpes de antigamente.


Têm aqueles, também, que aqui encarnam e dispõem de profissões cujos aspectos estão ligados a evolução pura da sociedade. Trazem com eles a condição da descoberta e, de maneira inexorável, marcam sempre o começo de uma nova era terrena, como foi o caso de Aristóteles, Platão, Plutarco, Albert, etc.


Por fim, se pode dizer que o peso positivo da atividade profissional nas questões da estrutura social e suas engrenagens está ligado a contribuição que a ação causa no desenvolvimento social, principalmente no tocante ao que isso tem contribuído para os planos da Espiritualidade sobre o avanço evolutivo humano.


Busque, como profissional, se ver livre dos rancores 'instintivos' que possuis, aperfeiçoando-se e compartilhando entendimentos. Eis a chave do sucesso na profissão cármica.


Marlon Santos

sexta-feira, 4 de março de 2011

As Pessoas Possuem Dons?




NÃO! As pessoas podem vir para este plano com algumas tendências favorecidas pela experiência reencarnatória, mas mais do que isso seria o mesmo que dizer que Deus teria favorecido uns e desfavorecido outros.
Muitas coisas que as pessoas chamam de dom, na verdade está relacionado a mediunidade, que de longe já se sabe que não é dom, e sim dívidas contraídas em outra passagem. Pensar que Deus dotou alguns com capacidades especiais em detrimento de outros é banalizar a finalidade evolutiva dos espíritos.


Toda a pessoa pode desenvolver dotes e capacidades, por isso é que já possui um cérebro tão grande. Usar as condições cerebrais é o projeto que a espiritualidade tem com o ser humano, uma vez que a base da criação é o amor e o propósito eterno a evolução. É por essa razão que o ser humano tem dever de ocupar sua mente em todas as situações que lhe permitam sabedoria e avanço.


Muita gente confunde desenvolver uma habilidade com ter um dom e, alguns, até mesmo se auto-sugestionam ao pensarem com convicção que suas habilidades bem desenvolvidas são presentes dos céus. Todos se enganam. É uma questão querer fazer e fazer; uma questão de se determinar e treinar; meter a cara mesmo, nada além disso, a não ser usar a massa cinzenta.


Não devemos esperar as coisas acontecerem, até porque, se estão acontecendo é porque tem alguém que tá fazendo acontecer e você tem que ver de que lado você está: se daquele que faz acontecer porque usa o cérebro, ou se daquele lado em que as pessoas esperam ter um dom para as coisas caírem do céu.


O cérebro pode ser exigido no máximo, mas nossa cultura é tão mesquinha que ainda hoje tem gente que afirma que ler muito enlouquece, ao menos eu fui criado com essa ideia. Quer ter "dons especiais"? Faça a cachola trabalhar, ela é poderosa.

terça-feira, 1 de março de 2011

As Fobias e as Vidas Passadas



As fobias se relacionam intimamente com as passagens anteriores da pessoa por ambientes ou fatos que a tornaram fragilizada ou frágil.

A fobia não tem uma finalidade expiatória, mas sim a finalidade de chamar a atenção da pessoa de que ela tem algo para ser tratado e vencido, diante da certificação que a exposição dela aquilo que a vitimou em outra existência, produz em si uma série de contrastes e choques mentais quase intransponíveis pela consciência.

De fato, o cérebro resguarda em seu interior toda a gama de traumas funestos a que foi exposto, e isso é o que devassa a mente numa situação de se deparar novamente com o problema ou com aquilo que se relaciona ao problema. Marcas indeléveis ficam depositadas das profundezas do cérebro até sua superfície de modo que a reencarnação não consegue filtrar completamente e nem apagá-las com sua intensa capacidade reparadora.
Caberá ao indivíduo fazer as compensações de seus problemas fóbicos, primeiro os identificando, depois, orientadamente, deve dirimir as dúvidas e, aos poucos, amainar e amenizar seus conflitos sem fugir da frente do problema que invoca o trauma.



Certa vez me perguntaram que se admitia que se alguém tenha medo ou fobia de altura, possa ser suposto que é alguém que teria sido vítima de uma queda, mas o que ocorreria com alguém que tivesse fobia de borboletas? Analisando o fato, já que quem tinha feito a pergunta era a própria pessoa que tinha o carma de fobia, visualizou-se que, em vida anterior a essa, ficara amarrado a uma árvore até quase desencarnar. Como era época de reprodução das borboletas imperiais, a tal árvore onde estava amarrado era palco da corte das borboletas e estas passavam repetidamente por cima de seu corpo o que, já pelo estado de fome, frio e semi-consciência, lhe perturbava intensamente. Foi daí que surgiu seus desafetos e fobias com borboletas.

O mais interessante em tudo isso é que depois que a pessoa ficou sabendo do que se tratava, a fobia das borboletas desapareceu completamente.


Basta um pequeno exercício mental para sabermos a razão desse tipo de acontecimento. Busque saber mais sobre outras passagens através de livros de autores sérios.

Marlon Santos

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Como descobrir minha missão na Terra?






A maior parte das pessoas têm uma curiosidade muito grande sobre suas missões aqui pelo Planeta Terra. É legítima a preocupação, principalmente sob o ponto de vista de querer se ocupar com a coisa certa para não ficar perdendo tempo neste plano. No entanto, sem querer trazer desilusões nem tirar o brilho do lirismo da palavra missão, é certo que nenhuma pessoa tem um caminho predestinado de ação e trabalho, pois se assim fosse, não passaríamos de marionetes nas mãos da espiritualidade.

É certo, porém, que ao nascer neste plano o ser humano se enquadre pelas linhas cármicas nos círculos correspondentes entre família e amigos. Só que isso não é a missão propriamente dita, pois esta é genérica e una para todas as pessoas: evoluir!

O ser humano que encarna nestas plagas tem por finalidade a missão de se explorar, se desenvolver, e é por isso que ninguém vem pra cá com um manual contendo uma missão específica. A pessoa deve embasar suas atividades diárias sem a preocupação de estar fazendo algo distante de seus desígnios espirituais e ao mesmo tempo estar consciente que o desenvolvimento deve ser contínuo e abrangente, sem pré definições.
Se pode considerar, ainda, que muitas pessoas, até mesmo por razões reencarnatórias, tenham mais facilidades e habilidades para lidarem melhor com algumas matérias que em outras. O que não lhes dará motivo para pensar que a sua tendência natural, como missão, esteja vinculada a isso.
É dever de um ser humano se portar como aquele que quer saber e aprender tudo, metodicamente, mas ficar por dentro de todo o assunto, de tudo aquilo que agrega valor à mente.
Se você nasce num estado de pobreza física, deve buscar a riqueza e todas aquelas coisas que lhes são atributos, assim como a riqueza moral e espiritual. Ocorrerá o mesmo com aquele que tem riqueza material, mas tem pobreza de família e de justiça, pois deverá buscar essas coisas sem titubear. Geralmente, se deve encaminhar a missão partindo do ponto em que está colocado e com tudo aquilo que tem a disposição, mas nunca esquecendo de perseguir o caminho reto e moralizante.
Tua missão não tem roteiro, não tem entrave. Tua missão é ir em busca de tudo o que é permitido e que tua cabeça possa contemplar e absorver. É não ter sentimento de derrota, que é exatamente o que fazem aqueles que precisam ter desculpas para os erros e os fracassos, principalmente quando concluem que erram por estar afastados de suas 'missões'.
Marlon Santos

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Balas Perdidas e o Carma



Como se sabe em toda a espiritualidade, o espírito é herdeiro dele próprio. Isso quer dizer que, de um ou outro jeito, o resgate de suas dívidas sempre acontecerá.

Interessante é a consciência da pessoa estar em sintonia com sua subconsciência que é o local onde são depositadas todas as informações adquiridas em outras passagens. Dessa maneira é que surgem as resignações das pessoas com seus resgates cármicos, pois quando começam a se desenlaçar as ocorrências, as ligações, de igual modo, começam a ficar ligadas novamente. É como se a pessoa entendesse os desígnios espirituais.

Balas perdidas ou coisas associadas, surgem em decorrência das atividades beligerantes de outrora, quando homicidas mercenários, ou políticos violentos usurparam seus poderes e ordenaram chacinas sangrentas a esmo. Detentores de um passado sufocante e de perseguições rudes, hoje esses espíritos passam a ficar na mira de armas que desconhecem e não enxergam. São deliberações deles próprios na busca de repararem suas consciências das aflições advindas daquelas infâmias mundanas.

Sempre vi que essas relações entre balas perdidas estavam relacionados a passados violentos, mas nunca na intenção de o espírito desfazer seus dissabores e dramas com uma atitude má contra si mesmo, mas sim com um mata borrão que ele impõe pra si mesmo para equilibrar passado e futuro, reconstituindo a confiança e a honra em si mesmo.

Carrascos, atiradores de paredões e decaptadores se sujeitam a esses dramas.
Leia nesse blog "O Carma", como leitura auxiliar.
Marlon Santos

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Qual o efeito da oração?



A oração é a fórmula sublime que a criatura tem de entrar em contato íntimo com seu Criador, respondendo a um misterioso desejo de aproximação com o Divino, palavras que saem dos recantos mais profundos da mente humana carregadas de ânimo e determinação fazem do ato de orar o momento de maior humildade que uma pessoa vive.


A oração propriamente dita não pode ser comparada com aquele monte de palavras vociferadas a esmo e de maneira automática pelas criaturas desassistidas de bom senso. Orar é diferente: é interagir com a essência criadora da alma e do UNIVERSO. Orar é dedicar uma contemplação toda especial a Deus, não no sentido de temê-lo, mas de render-lhe culto altivo pelo dom de viver.


A oração sem ação não tem efeito prático e Deus não toma partido pelo que mais reza em detrimento daquele que menos reza, pois, se assim fosse, Deus seria um Ser parcial e injusto, afinal todos são filhos dele, independente de reza.


Então para que orar? Ora, como falado acima, é uma forma inteligente e sublime de render culto Àquele que é o Grande Arquiteto do Universo. E, na melhor das hipóteses, pode ser reservado ao sagrado ato do trabalho a mais grandiosa de todas as orações. É o que se chama de orar com ação.


Jesus já criticava aqueles que subiam no púlpito e da maneira mais demagógica possível bradavam palavrórios infindáveis e aos gritos em forma de orações, numa intenção de pensar que só podia ser surdo e burro, de modo que tinham que falar alto e repetidas vezes.


Por fim, o repetéco massante e tolo nas orações só certificam a falta de conhecimento religioso da pessoa, principalmente dos santos evangelhos.


De outro ponto de vista, o que é muito notado pela espiritualidade superior é a condição humana do que reza, e não do que é falado na reza.


MARLON SANTOS


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Cocaína e Crack






Toda a ideia que se tem a respeito das drogas, no intuito de resolver o problema, deve partir de uma premissa de simplicidade. Não será possível atingirmos objetivos concretos de resolutividade se metas estranhas e complexas são postas em prática todos os dias.


Por exemplo, não será necessário banir as plantações de coca se os seres humanos passarem a ter a educação adequada, ou passarem a buscar a educação adequada e se envolverem com ela. O problema da droga é a droga da cabeça que não funciona.


Uma pessoa não deixará de usar drogas porque a polícia não quer ou porque a lei não permite. Ela deixará de usar quando suas ansiedade e angústias forem vencidas pelo conhecimento. É a mesma fórmula que espanta o medo. E o que é o medo? É o receio daquilo que não conhecemos!


Ninguém vai para a droga porque quer experimentar ela, tão somente, mas porque sua mente não está dando conta de sua existência, porque a incerteza e a falta de conhecimento o faz ter medo do futuro. E, nesse ponto, não se pode pensar que são esses conhecimentos escolásticos e acadêmicos que vão suprir as necessidades, pois só o ensino que treina o caráter, a religiosidade, a espiritualidade, a virtude e a humanidade, como sentimento, é que atenderão a deficiência falada.


A pessoa que passa a ter, sem fingimento, valores humanos bem postados e mentalizados, perde o medo de viver e perde o medo da morte e, assim, passa a viver de concretudes e deixa de viver por suposições ou até mesmo pelas ideias rotas advindas de outras mentes perturbadas.


É na tenra idade e ainda em casa que se deve começar a inculcar na criança os valores e as éticas humanas, assunto que não terão acesso prioritário e disciplinado em sala de aula, ao menos pelo tempo que seria necessário.


Não há de se pensar em grandes batalhas para tirar alguém da droga: é preciso checar ele das realidades acima escritas, por incrível que pareça. Não há vicio que supere o entendimento, pois o entendimento gera SEGURANÇA, que é só o que o drogado não tem.


Marlon Santos

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Ploblemas pessoais que causam doenças


Na verdade todos os problemas pessoais, em maior ou menor grau, provocam desestabilidade na saúde da pessoa. Isso acontece porque o ser humano é o único vivente desse Planeta que consegue absorver e sentir as sensações consequentes da vida diária. Ou seja, o humano é um ser vivo que tem correspondência direta com tudo aquilo que está ou acontece em sua volta.

Assim sendo, vive sujeito a ficar triste ou feliz com o que vê, ouve, sente ou pensa. Logo, vislumbra-se que a felicidade é a causa de muita cura, se tem a certeza que a tristeza é a causa da maioria das doenças.
Sem deixar a coisa ir no rumo das disposições genéricas, as relações de doença com os fatos e problemas diários da vida estão baseados nessa premissa. O que quer dizer que a forma da pessoa encarar as situações tem muito a ver com o estrago que tais situações provocarão no corpo físico e no estado emocional dela.

A observação aponta que uma doença começa a se manifestar fisicamente quando a musculatura passa a sofrer os espasmos decorrentes das sensações vividas pela mente ou pela interpretação que a mente dá para as coisas que vive. Quando tal interpretação é funesta, pesada ou drástica, o corpo passa a ter contraturas. É um tipo de reação muscular baseada numa disposição orgânica onde, diante de uma situação de confusão mental ou perturbação, para manter o fluxo sanguíneo com mais atividade nas regiões vitais, suprime, através da contração, o excesso de sangue nas regiões distais.
Por causa disso, veias, artérias e coração passam a fazer mais força para atingir seus objetivos, ocorrendo, no entanto, que a reicidência desmedida dessas disposições tem como consequência as doenças cardíacas conhecidas, começando pela insuficiência do coração, problemas de pressão arterial e, sucessivamente, depósitos de radicais livres e outros materiais nocivos no interior das células. Assim é que se dá o começo da materialização de uma doença.
No próximo tema estarei abordando as formas de nos desvencilharmos das futilidades diárias que mais provocam problemas de saúde.
Marlon Santos