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terça-feira, 18 de maio de 2010

Como enfrentar a dor da partida (Morte) de um ente?


Não se tem dúvidas que a pior dor que podemos sentir é a dor de se afastar de alguém que gostamos pela morte. Isso tudo começa com a notícia recebida, depois mais, o primeiro encontro com o caixão que abriga o corpo no velório, mais adiante a visualização do corpo morto dentro do tal caixão, logo a soma do desespero de amigos e familiares, em seguida a sensação de vazio e da falta da pessoa culminando com o enterro do corpo e as lamurias relativas.
A cultura geral sobre a morte no mundo e em especial no Ocidente, faz do momento da morte o mais aterrorizador de todos os momentos para os humanos. Além de que não nos preparamos para esse momento, surge associado a isso a forma com a qual ou pela qual a pessoa morreu como um fator complicador.
Sem contar os inúmeros 'apoios' recebidos na hora da desgraça, tipo: Ele foi com Deus, Agora ela está a direita do Pai, Foi Deus quem quis, Tenha calma que tudo passa, Força que você tem muito o que viver ainda, Era a hora, Pelo menos descansou, etc, etc, etc. Esse monte de blá, blá, blá que todo mundo já sabe e que não traz sequer conforto.
Bem! Encarar a morte intimidando séculos de cultura de culto à ela é dose para elefante. Se as pessoas todas compreendessem que a vida segue depois do desenlace do corpo físico, seria mais fácil tecer tais explicações, como assim não é, tentarei mastigar mais essa bolacha dura para que consigam fazê-la passar pela garganta.
O primeiro passo é justamente entender que a nossa cultura é super egoísta em relação a morte.
Devemos entender também, que a morte com seus extremos é capaz de mostrar o verdadeiro e sublime amor que os seres humanos têm uns pelos outros, pois não fosse isso, os sentimentos de compaixão e solidariedade não seriam demonstrados. Ou seja: só sentimos que amamos porque sofremos ao perder.
Racionalize ao máximo o momento da despedida do corpo físico. Não crie embaraços melancólicos nem veja no corpo que está no esquife o fim de tudo que é a vida. Saiba que não é Deus que leva a pessoa com a morte: a morte é um programa manipulado pelo espírito e programado pela opção dele ainda antes de ele vir para cá para este mundo. Por isso que a morte acontece em qualquer idade, e a fatalidade pela qual acontece não passa de desculpa para a partida. Leia Desencarnação.
Não repudie em nenhuma hipótese o abraço e o conforto que as pessoas te dão nesse momento. Por mais que isso seja difícil, pior seria estar sem ninguém por perto nessas horas, sem ninguém para nos dar carinho. Veja Quem são nossos pais? Quem são nossos filhos?
O importante não é o que as pessoas falam nesse momento. O importante é a energia vivificadora que as pessoas trazem como alento para nossa alma ainda encarnada.
Use sempre termos construtivos nesse momento, como por exemplo: não morreu, desencarnou; não corpo, e sim invólucro; não fale saiu da vida para a morte, diga que foi para o plano espiritual; não faça orações pelo corpo, faça pelo espírito que mais do que ninguém está precisando de apoio; não reclames da dor da saudade sem antes saber que a dor daquele que parte será maior e mais complexa; não deixe de acreditar em Deus nessa hora, pois o problema não é de Deus, é da nossa cultura desprovida de conhecimentos específicos sobre o assunto; tenha respeito pelo invólucro de carne que está sendo velado, mas não preste culto para ele e fique perto dele somente o tempo necessário para o rito de 'despedida', enfim, faça tudo com mais frieza e mais racionalidade reservando para si a certeza que Deus não mata e para o ente que partira para o outro plano a convicção de que encontrará em você o braço forte da razão.
Não faça exageros demonstrando futilidade e ou desprezo pelo ente que se foi, pois demonstrar certeza na vida após a morte não destoa do respeito que tem que se ter com a liturgia relacionada a féretro.
Estude os bons livros que te educarão para esses momentos, que embora não os queira, mesmo assim viverá eles. Leia A Reencarnação.
Sugestões: O que é o Espiritismo, O livro dos Espíritos ( Allan Kardec) e Nosso Lar e Evolução em Dois Mundos (Chico Xavier).

Caso não consiga ter acesso aos links que estão em azul no texto, vá diretamente às postagens antigas do blog que acharás os temas respectivos.

Marlon Santos

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Os Transplantes na visão do Plano Espiritual

Fazer transplante é uma arte médica. É atividade sagrada para todos os envolvidos, em especial para o doador. A pessoa que se propõe a doar um órgão faz valer a máxima de todas as orações. Aquele que recebe o órgão tem a oportunidade de ter reestabelecida a saúde e se reeducar na nova etapa de sua existência, agora com maior responsabilidade.

Tudo aquilo que for benéfico dentro do elenco avançado das tecnologias científicas sempre será aplaudido pela espiritualidade superior que é, em absoluto, a mãe de toda a ciência. No entanto, muitas coisas devem ser observadas nos tranplantes.

A primeira delas é saber que a pessoa doadora do órgão é a suprema dona do corpo e de seus apêndices. Desse modo ( e aqui falamos exclusivamente dos doadores desencarnados), por certo que a pessoa mesma tem que fazer a doação, e não a conveniência ou a convenção dos familiares.

A simbiose de todo o tratamento depende dos fatos que antecedem e sucedem toda a trajetória do procedimento. Não basta só a retirada do órgão ser bem feita pelo médico: é preciso a concordância manifesta do doador.

Os transplantes que são feitos, e uma grande parte dos médicos sabem disso, dependem de uma série de fatores para dar certo. Não basta só exame, é preciso considerar a vida pós morte física do paciente. Embora algumas pessoas não creiam nisso, é bom que fiquem sabendo do alto grau de obsessão espiritual que ocorrem em torno disso, tanto para médicos como para familiares.

É predicado de enorme serventia que todas as famílias em um momento ou outro da vida, atentando para a responsabilidade superior da causa, reunam-se e deliberem o assunto entre si. Assim, sabedores da vontade e do ânimo de cada um, os entes podem tomar decisões sem comprometimentos.

Processos metabólicos característicos da morte e das intenções do indivíduo que doa perduram na carne e nas vísceras por tempos enormes, trazendo prejuízos para o ato médico e para os envolvidos, pois para dar dar certo a fixação do órgão no corpo de outra pessoa é indispensável a anuência do doador. Embora não seja esta uma regra geral, é normal que, devido a ignorância da pessoa por não saber que aquele corpo não lhe servirá mais, mesmo assim, entre em profunda revolta e se rebele com a situação.
As consequências desse problema se estabelecem muito mais nas reações químicas que acabam acontecendo no órgão do que na problemática da obsessão, mas ambas produzem efeitos muito desagradáveis. Sem contar que muitos espíritos passam a atribuir ao médico as suas mortes físicas e, encarando este como algós, lhes interferem muito na vida diária.
Portanto, não deixem para depois essa questão tão basilar para a nossa atual sociedade de intermináveis doenças e parcas soluções de cura. Conversem, perguntem e esclareçam a visão de cada um dos familiares sobre o assunto para que na hora derradeira possam decidir com sobriedade e maturidade sobre a questão.

OBSERVAÇÃO PÓS POSTAGEM: O órgão transplantado é influenciado magneticamente pelo espírito do doador. Essas vibrações são desencadeadas em virtude de que o magnetismo produzido pela mente vociferante do espírito, através dos líquidos do órgão, podem e normalmente levam à rejeição do transplante pelo organismo do receptor. Ocorre que o corpo e o cérebro do transplantado encaram como amorfo e biomagneticamente incompatível o órgão. Por isso que a concordância do doador é supremamente importante.

Marlon Santos

Esse texto não foi ilustrado com fotos de propósito, fazendo a mensagem ser objetiva e sem motivações pessoais.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O que é Banda Runas


O projeto Banda Runas está completando mais de seis anos. Inicialmente eram outros componentes. Restam da primeira agremiação eu, Marlon e o baixista, Edson. Fizeram parte da Banda ilustres amigos dos quais temos todos ótimas lembranças e saudades. Foram eles: João Schneider, Cléber Cardoso, Orlando Rosas (Peruano) e Alfredo Chamorro (Chileno), amigos do coração que guardaremos sempre em nossas lembranças.
Toda atividade da Banda Runas está ligada intimamente a causas ambientais (fauna e flora), embora o repertório seja exclusivamente romântico e latino, sem grandes manifestações musicais relacionadas a causa.
O cd "Sin te ver" retrata na capa a foto dos integrantes da Banda usando óculos escuros, numa alusão aos infortúnios e as angustias causadas pelo amor quando ele não é correspondido ou complicado, restando aos olhos muitas lágrimas e as marcas das fustigações com sinais vermelhos, que, com as lentes, são disfarçados. Os chapéus pretos, que nos shows todos usam, dá os ares da latinidade do grupo, somado a circunstância de que, "Sin Te Ver", mudamos de atitude.
O uso da língua espanhola não é uma novidade no mundo artístico, claro que a maioria dos artistas fazem composições em espanhol das músicas que já gravaram em português, no nosso caso se assemelha muito ao Grupo Gipsy Kings, de renome internacional, que são de origem francesa e só cantam em espanhol. A escolha se fundamentou, no entanto, muito mais pela beleza da língua e sua extrema sensualidade, ao passo que todos, de um jeito ou de outro entendem o espanhol, aqui ou lá, em qualquer país.
Na Banda Runas somos todos muito românticos e todos temos uma história do coração para contar. Tem sido uma experiência religiosa as atividades musicais da banda para todos os cinco componentes, principalmente em razão de que as músicas todas foram feitas com sentimento profundo: nossa alma está disposta nas canções.
Os integrantes são pessoas normais dotadas de talento e boa vontade. O baixista, Edson, é bancário; o guitarrista/vocalista, Ari, é radialista; o tecladista, Jorge, é funcionário público; o baterista, João, é pedreiro e eu, que lhes escrevo, vocalista, empresário , escritor e político. Todos são compositores, mas Jorge tem acostado grandes obras ao album.
O nome Runas é muito amplo e essa amplitude é que diz respeito ao nome. São homens e seus espectros. Pedras enigmáticas que guardam segredos dos antigos índios dos Andes, povos que reverenciamos e guardamos em nosso coração. Povos que foram destruídos culturalmente por um povo oriundo de outras plagas. Do que lhes restou de bom, somente a língua espanhola que acabaram aprendendo e que, por ela, chegaram até nós, de modo entendível, tudo o que sabemos daquela gente especial e mística.
As primeiras músicas da Banda Runas juntadas em um único cd você poderá curtir em breve. Já estão, algumas, a disposição no www.myspace.com/runas2010.
Pretendemos fazer o lançamento do cd dia vinte e seis de Junho de 2010, mas não está confirmado ainda, restam alguns detalhes técnicos para darmos conta.
Esperamos que ao ouvir as músicas um sentimento de cumplicidade e amor tome conta de seu coração; Que apartir dali você seja mais e mais romântico e feliz; Que sua fé e sentimento encontre a guarida tão esperada; Que as músicas te inspirem a passar por cima de coisas que trazem nebulosidade para tua relação; Que teus sentimentos de amor sejam multiplicados para todos os que estão na tua volta e passem em teu caminho; Rogamos que ao ouvi-las se de conta que para ser feliz não é preciso toda a vida, mas sim um momentinho dela, desde que seja maravilhoso; Que entenda que amar é uma música e que música você não prende, não aprisiona; Que entenda que, assim como a música fala contigo mesmo em língua que você não compreende, que você pode falar de amor só com gestos e atitudes; Que não é a língua da canção que traz o sentido dela, mas o sentimento com que ela é feita, tocada e ouvida; Enfim, que possamos com essas músicas de paixões te colocar novamente no clima do amor e, caso já o tenha, que experimente o transe do amar sublimado, não só com nossas músicas, mas com todas aquelas que inspiram as grandes histórias do coração.
Para nós da Banda Runas, o entardecer, por mais desolador que seja, sempre será mais romântico...
"Estoy viviendo um drama..."

Marlon Santos

terça-feira, 11 de maio de 2010

As células tronco e a espiritualidade


A terra está em fase de transformações significativas. Nosso planeta deixará de ser um lugar de expiações e passará a ser um local exclusivamente evolutivo. Então se acostume: Grandes tecnologias estão vindo por aí. Estradas de rodagem luminescentes, descoberta de algo mais veloz que a luz, aparelho de adaptação que fará o ser humano absorver oxigênio sem o uso dos pulmões, decodificadores de vozes de espíritos, roupas magnéticas, mini aeronaves tripuladas até por vovôs, etc.
Tudo isso e muito mais é para breve. Quanto às células tronco, são células que portam, no contexto espiritual, as cargas da chamada energia Brill. Essa energia é a movimentadora dos espermatozóides e dos óvulos até seus destinos. É a energia que sustenta a desenvoltura das células tronco e a mesma que assegura a forma dos corpos e o formato das coisas de todos os reinos, seja o mineral, o vegetal ou o animal. Sem a energia Brill as células tronco não passariam de átomos amorfos indistinguíveis.
Ao que se reporta aos avanços científicos, a espiritualidade superior está absolutamente imiscuída neles. Há de se saber que nada do que aqui é feito ou descoberto ocorre sem o consentimento premeditado dos planos supras. E que, ao avesso de todas as regras, o conservadorismo político e religioso fustiga a evolução. Não fosse isso a terra era outro lugar.
As querelas que calcinam as grandes idéias são as mesmas, hipócritas, na contramão de tudo o que é sagrado, que empobrecem o povo de modo a fazer as pessoas crerem que as tecnologias salvadoras são obras do demônio. Leia O Diabo Existe?
Toda coisa que a ciência descobre ou inventa, atentando para o seu bom uso, sempre será divina e sagrada. Enquanto que por uma década os grandes feitos das células tronco já podiam estar sendo contabilizados, surgiam, como continuam surgindo, esclerosados religiosos que ousavam e ainda ousam mutilar os benefícios alegando ética. Numa coletânea de retrocessos, esses bobões que contaminam o clero, ao invés de propagarem as maravilhas da ciência se deleitam e matar as pessoas em nome de uma fé que nem eles professam. Leia A Farsa do Combate às Drogas no Brasil.
As descobertas com células tronco, seja do perfil que for e dentro de todas as suas valências e ambivalências, é coisa que é aplaudida pelos planos superiores, pois fazem parte de um novo contexto existencial para os habitantes que ficarem aqui por esse planeta. Veja Evoluímos ou fomos criados?
A reconstituição de órgãos por meio dessas células não dá ao homem a condição de brincar de Deus: os seres humanos são deuses! Para isso estão aqui. É uma escola, uma faculdade que possibilita que venham a desempenhar seus papéis de co-criadores. Não há nada de mal nisso. Ainda mais que quando se trata de tirar a dor de uma pessoa, basta: precisa outro motivo?
Botemos a boca pra falar, pois nesse mundo de mercados, muita descoberta científica não está vindo a tona em razão de que grandes grupos deixarão de ter lucros.


Marlon Santos

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

À Alma da Mulher




Uma homenagem às mães e às mulheres como um todo.

Nada que constitui um corpo é tão seu sem que antes seja de uma mulher. A biologia demonstra isso quando faz do corpo feminino a origem de todos os outros corpos. Por isso a visão de vida de uma mulher é distinta, diferente do homem. Ela tem a visão do artista, daquele que fabrica a arte e consegue entender que a dor, inclusive a dor, faz conceber em beleza tudo aquilo que de si nasce.

Como que a alma de uma mulher não será repleta de sonhos ou magias, se uma maneira mágica e dolorosa surge de dentro de si olhos novos que passam a ver o mundo porque dela vieram?

A relação da mulher com o pecado original e tudo aquilo que a faz diferente por natureza, se comparada rudez das outras almas loucas que por aqui andam, não pode ser o escárnio de seus destinos, pois isso as santifica e, querendo ou não, o mundo todo sempre amará os santos.

Tentar falar sobre as mulheres e sobre suas demandas naturais é muito difícil. É como se obrigar a falar de auroras antecipadas, ou como tentar sugerir em dias quentes a aurora do verdadeiro inverno, de modo que se para a mulher já é difícil compreender a si mesmo, para quem não é mulher é mais complicado ainda. Só pela imaginação é que chego a certas conclusões como essa que escrevo agora.

O que é certo é que para cada um que vem de uma mulher, surge para o mundo, uma nova fórmula de beleza. Mas é certo que uma mulher, por isso tudo, tem que acreditar muito em si mesma: a natureza não lhe dá outra escolha.

Se pensar que seria uma cadeia odiosa guardar um rebento dentro de si por nove meses, num tipo de exílio supremo, sem nenhum ressentimento de injustiça, graça seja dada, as mulheres são anormais, pois levam tudo para o lado da felicidade.

Não é fácil ser mulher numa época mesquinha como essa. Mas quando as vejo, caminhando, estudando, trabalhando, dormindo ou no salão, ficam tão distantes da seriedade de suas naturezas, que, ao que parece, viajam num por de sol a oeste, nadam num oceano de púrpuras e passam voando por cima de prados e pradarias frondosas. Num tipo de alucinação lírica que parece embotar suas almas.

Quero dizer que é difícil ser mulher e parece que vocês mulheres não se dão conta disso. Pois, se a cada vez que contemplais suas naturezas e os desgastes que vocês têm para dar conta de seus ofícios, mesmo assim, é como que ficassem paradas diante de um universo que lhes exige demais, mas lhes dá muito pouco.

Pode ser o devaneio de uma paixão violenta ou a impetuosidade de seus segredos mil, ninguém ousa, no mundo, saber o que se passa nos recantos mais profundos da alma de uma mulher. É um risco muito grande querer se debandar por essa região, pois, no fundo no fundo, o que tem os outros seres de malvados, no fundo no fundo, toda a mulher está sujeita a uma perversão ou algum tipo de arroubo, basta ser provocada ou magoada.

Sem poder deixar a alegria fugir com as lágrimas, a alma feminina pode chorar sorrindo e suas percepções vão mais longe do que ouvir um eco minúsculo de uma onda muito distante ou de uma canção que ainda nem fora tocada. Isso assusta. È uma distância muito grande de realidades.

Às vezes pareço estar com os olhos vendados, mais do que precisar ter sentido sobre as coisas, é preciso que a porta se abra para que eu possa ver. Nas mulheres não, parecem enxergar por trás da porta.

Sigam assim. São suas naturezas e desprezá-las seria um distúrbio.

Se alguém ousar querer lhes entender que seja autêntico, mas que não queira mudar a magia. Se alguém quiser ser como o vento para querer brincar nas alamedas recurvadas de tua alma e de teu coração, que seja o vento calmo que nem a brisa, que está em todos os espaços, mas que não tira espaço nenhum.

Tantas pétalas, azas de prata, Ícaro ao sol, simplesmente.

Marlon santos

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sábado, 8 de maio de 2010

O Suicídio


Que bom que a vida fosse verdadeiramente interrompida pelo que chamamos morte, assim o suicídio seria a solução de muitos males. Mas não é essa a verdade.
Se soubéssemos que a coisa toda segue, que o fato de nos vermos livres do corpo físico não extingue os problemas, agiríamos de modo diferenciado. Leia os temas O Carma, A Reencarnação.
O suicida pensa ter por resolvidas todas as demandas da vida se socorrendo da morte como alternativa, ou tem uma certeza infame do seguimento da existência, de maneira que pensa com tal firmeza que 'do outro lado' é melhor a ponto de se ver solto e livre das coisas pérfidas e desregradas de outrora.
Ao desencarnar, por falta da morte se dar sem programação, o suicida experimenta ficar ligado ao corpo até o momento do apodrecimento total de seu invólucro de carne. Permanece preso ao corpo físico e se desloca muito pouco de perto dele em razão de que seu perispírito, atrelado aos cristais da glândula pineal, não se desprende até que esses cristais se desidratem.
A espiritualidade superior não abre oportunidade de desocupar de culpas o suicida em razão de que isso traria banalização para a existência, para a vida em linhas gerais. Dessa maneira, entendedor da atrocidade cometida contra si mesmo, aquele que se suicida opta, numa nova encarnação, por assegurar-se de não voltar a tal extremo, em dispor de algo que o leve a lembrar e frenar seus impulsos.
É normal que alguém que tenha cometido suicídio por tiros de revólver tenha manchas avermelhadas no local da antiga perfuração da bala, como um tipo de marco da brutalidade cometida. Assim ocorre com manchas e sinais no pescoço do enforcado, úlceras no estômago do que se envenenou, asmas e enfisemas nos pulmões de quem se asfixiou, etc.
Observe também, que aquele que nessa vida tráz limitações físicas severas, assim são para que os limites de seus movimentos não os permitam cometer tais danos novamente. Caso houvesse a desventura de seu cérebro desbloquear estímulos que desencadeassem no ânimo de suicidar-se novamente, o limite do corpo físico o impediria.
Normalmente, embora não seja uma regra geral, o suicida tráz para essa vida problemas praticamente incuráveis, de modo que é fácil perceber que o encarnado pôs fim em seu corpo na vida anterior somente olhando para o seu quadro atual.
Deus é o dono da vida, cabendo a nós zelar por esse dom. Custe o que custar.


Marlon Santos

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

A Avareza


A avareza é tida como um dos pecados capitais desde os primórdios. Ocorre de várias maneiras e tem muitas performances. A avareza corrompe e é a auto corrupção dos sentidos e da racionalidade no indivíduo.
Todos pensam que a avareza é o pecado do rico. Se enganam: ela é um mal que atinge todas as pessoas, sem distinção nenhuma. Desdobra-se de ser para ser. Para cada estatura de personalidade um disfarce, para cada situação social uma nuance. É certo que ela acontece com todos, sem relativismos nem pudores. É como se tivesse vida própria.
Engendrada pelo meio das suscetibilidades, a avareza surge quando a sobriedade se acanha. Se ao mesmo tempo equivale a ganância daquele que tem muito dinheiro, não gastando nem pra ele, equivale também àquele que não tem grana mas vive de pompa e de glórias vencidas.
Disfarçadamente, surge também como a alucinação daquele que, buscando salvaguardar a 'honra' quando alguém lhe rouba o valor de uma blusa, gasta o valor de dez blusas para resgatar o roubo.
De igual sorte, vitimado pela avareza é aquele que é agredido no jornal de mil assinantes e publica sua defesa no jornal de um milhão de leitores, quando dá de conhecer sua mazela para um grupo enorme de pessoas podendo ter mantido toda a coisa dentro de um limite pequeno e controlável.
Muita coisa insignificante passou a ter importância quando a língua dos imbecis deu repercussão pra ela. Isso é avareza: uma tentativa de prejudicar que acaba prejudicando.
Jesus já falava, lá no sermão da montanha, que "se alguém te tirar a túnica de à ele o casaco também", isso é uma alusão explícita ao comportamento que temos que ter diante do fato que gera a atitude avarenta. Muita gente boa já partiu desse mundo por querer resgatar a tal túnica.
O avarento tende a desencarnar cedo, pois ele valoriza demais o que não tem valor nenhum ou muito pouco valor. A exemplo disso, vi um irmão matar o outro, tentar matar o pai e depois se matar por causa de uma vaca. O pai resolveu dar a vaca para o filho mais velho por ser 'mais trabalhador' e então o filho mais novo e 'menos trabalhador' achou por bem que tinha que se vingar fazendo a tragédia.
Só a humildade combate a avareza... ah! A vigilância também.





Marlon Santos
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

A Obesidade e os problemas espirituais (carma e reencarnação)






As relações da obesidade com as questões espirituais. O Carma e A reencarnação.
Toda a pessoa que passa aqui pela terra com problemas relacionados a obesidade, deve, ao olhar para as questões reencarnatórias e cármicas, ter em mente o que pelo pretérito arvorou os mecanismos da dita obesidade. Pode ser citado como certo tudo aquilo que se relacionou as vaidades excessivas e a ambições despropositadas.
Se torna imprescindível que o atual comportamento ( o comportamento dessa existência ), seja mais elevado e sublime que o comportamento da outra passagem, pois é exatamente esse novo comportamento, acostado pelas limitações do corpo com obesidade, que resgatará as pendências ocasionadas pelo desfrute distorcido de tudo aquilo que outrora foram festas escandalosas e doidices exageradas.
Pelo que tenho observado, as questões cármicas nos obesos podem ser resolvidas nesta vida, inclusive pode haver a restituição do estado físico desejado pela pessoa.
Para todo aquele que é acometido pela obesidade, se sente mal com ela e observa com clareza as disposições e os limites impostos pela condição física , passando a entender tais motivações, começa a resgatar com eficiência os deslizes da encarnação anterior.
Checando as limitações impostas em acordo com a natureza do seu caso, é provável que qualquer tratamento possa dar certo, inclusive as cirurgias plásticas e os implantes, pois a partir do momento em que são desamarrados os laços cármicos da pessoa obesa, ela estará livre para as correções que julgar necessárias.
Cuidado com todo o tipo de excesso! Uma das principais características da pessoa portadora de obesidade é a vaidade em grandes proporções, o que faz com que mesmo já estando num estágio avançado de superação mental e diminuição de peso acabe indo demais ao encontro de seus objetivos, tornado-se vítima da própria audácia. Veja o caso daquelas pessoas que por causa de um centímetro de gordura desencarnam em consequência de cirurgias malfadadas.
Não esqueça que a principal coisa que as pessoas obesas estão resgatando por aqui, nesta vida, é a vaidade desmedida e irracional! Abra o olho com isso!
Claro que esse texto serve para todas as pessoas com qualquer tipo de problema ou limitação, desde que consiga balizar e colocar um paralelo entre os tais problemas e as tais limitações, pois cada um tem caracteristicas e performances diferenciadas.


Marlon Santos

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