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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Visões em Formas de Sonhos






Os sonhos são uma realidade na vida de todos os seres humanos, de qualquer parte do Mundo e do Universo. Divergência de cientistas e causa de tantas poesias e romances, o sonho puramente orgânico -do qual já falamos aqui no blog- tem função especificamente estabilizadora da mente. Mas o propósito deste texto é trazer a tona o contexto dos sonhos mediúnicos que todo mundo têm. Não falarei de interpretar sonhos, mas sim como acontecem para que possas diferenciar um tipo do outro.




Em geral uma pessoa sonha em média quatro anos e meio de sua vida, sem ao menos se dar conta de que muitas vezes esses sonhos são atividades medianeiras puras. Ser médium através dos sonhos é ter acesso a mediunidade mais simples e comum que existe. Qualquer ser vivo entra em transe sonhando. Qualquer pessoa pode entrar em contato com espíritos enquanto sonha, por exemplo.




Não se trata de estado de consciência A ou B, e sim de transe mediúnco puro, cabendo às crianças a condição de terem sonhos mais abrangentes e profundos, pelo fato de que suas mentes ainda não estão conturbadas. Estados de consciência diferenciados são atingidos em acordo com a disposição orgânica e mental de cada um, já o sonho se liga a atividade do espírito, quando assim se dá.




Objetos visualizados em sonho são tão reias como são reias os objetos que vemos em nosso dia a dia. Dito isso, considere que existem sonhos falsos e sonhos verdadeiros e que para reconhecer um e outro é preciso fazer uma averiguação diagnóstica deles. Em caso de um sonho verdadeiro, se pode admitir que ele tem relação com a vida diária da pessoa, e que um tipo de representação fiel da vida desperta. Desse modo, sonhar com um Sol, ou dia ensolarado, para a maioria dos pesquisadores de sonhos a relação está confirmada com a saúde física do ser, e quer dizer que tudo está certo fisicamente: Sol abundante. Já sonhar com um dia nublado ou com um Sol se escurecendo é sinal que você pode procurar um médico, pois alguma enfermidade se encaminha. Isso se dá em função da relação macro e microscópica correspondente do Universo com os órgãos do corpo.




Para alguns gregos da antiguidade a ordem do mundo é una e comum para os que estão acordados, mas quando dormem as pessoas se voltam para si mesmas. Em verdade, o corpo é a tumba da alma, e quando este dorme a alma escapa, feliz e radiante, e é normal que as vezes nem queira voltar ao corpo de onde partiu (veja o texto Onde Nossas Almas Vão Enquanto Dormimos, aqui neste Blog).




Normalmente os sonhos em forma de visões são instruções passadas para as pessoas pelo mundo espiritual ou pela natureza, com o intuito de ajudá-las. Sem fazer alusão ontológica aos sonhos, nem muito menos dar uma visão popular para eles, tão simplesmente, é provável que cada sonhador deva analisar seus próprios sonhos no sentido de interpretá-los. Minha dica é a seguinte: Sei por mim que a interpretação de um sonho, quando bem feita, traz alívio imediato para o corpo que está aflito ou conflitado até o desembarace de tal interpretação. Quer dizer, você se sentirá melhor e com paz interior quando a interpretação for bem feita por você mesmo, ou, do contrário, a sensação de mal estar e de sufoco não passará enquanto não houver interpretação apropriada. Assim, quanto mais você exercitar a interpretação, mais seu corpo atuará nas respostas e nos gestos relativos ao assunto, de forma que o diafragma será o principal órgão com esse papel.




Quando um sonho tem caráter telepático ou mediúnico a pessoa não consegue esquecer ele, por isso não se deve ter preocupação com sonhos que se dissipam da mente e não se tem mais lembranças deles. Outra coisa que sei por mim mesmo é que todo o sonho tem ligação com passado e futuro, sendo mais futuro que passado, e que tudo aquilo que estiver muito limpo e claro num sonho é porque está para acontecer nos próximos dias. Já aqueles sonhos que carecem de uma interpretação maior e mais delicada, é porque está para acontecer com um prazo maior de tempo.




Em seguida publicarei métodos que podem levar a pessoa a buscar pelo sonho o vislumbre de coisas úteis a sua vida.








Marlon Santos




domingo, 26 de dezembro de 2010

A Geomancia






Estar no lugar certo, orientado na direção correta, fazendo a coisa certa e no local correto e capaz, e assim estar em harmonia com o Universo. Para isso a Geomancia serve-se de regras precisas para a instalação, o local exato para colocar uma sepultura, construir um edifício, montar uma cidade ou colocar uma secretária num escritório.
Uma técnica primitiva, adaptada e com nomes diferentes em cada lugar (no oriente é chamada de Feng-Chui), a Geomancia remonta a época em que os homens ainda habitavam as cavernas. Uma mistura de Radiestesia com Geologia e Geografia com Cosmologia, dispõe de fatores que, aplicados, resultam em conveniências pessoais distintas e tangíveis a todos que a praticam.
São cinco os fatores principais: A forma do terreno (plano ou ondulado); o tipo de solo e sua estabilidade (as fundações); a paisagem que rodeia o local; a água (forma de rios, riachos ou mananciais que correm perto ou debaixo do local); e a orientação ( a direção para a qual o local está virado).
Encontrar o local certo nunca é fácil, para isso a combinação de fatores pode ser o ideal, pois se não dá tão certo lugar em acordo com a Geomancia, compensa-se na disposição e colocação dos móveis no recinto, e assim por diante. Mas uma coisa, em geral, todos conseguem fazer: manter o nascedouro do Sol para a parte da frente da casa e o por do Sol para o lado dos fundos da casa. Essa orientação estabiliza o organismo das pessoas moradoras de modo que até o sono fica perfeito.
Os antigos levavam até três anos para encontrar o local certo pela Geomancia, pois levavam em conta o fato de que a escolha do local e sua instalação ( e é assim até hoje), traça a harmonia e a sorte dos moradores e habitantes. Por último a Astrologia deve ser considerada também, principalmente porque se relaciona com a decoração das moradias e dos ambientes da moradia.



Alinhamentos de Geomancia são conhecidos no mundo todo, em especial na Europa. Estudiosos de todas as épocas identificaram vários alinhamentos desde a idade do bronze no continente europeu. Vão das construções de cidades até a colocação de estátuas e obeliscos. O fato é que a Geomancia se relaciona com a disposição e estruturação física e espacial do Universo de um modo geral. Atentando para isso, no Egito antigo os construtores tinham formação em estrutura e Geomancia. Querendo ou não admitir, seus templos, assim como templos e edificações variadas de todas as civilizações antigas que praticavam a Geomancia, existem até hoje.



O que pode ser passado ao leitor é que não é por acaso que o alinhamento universal existe e a Geomancia busca usar esse princípio natural em todas as instalações humanas. Ora, não é por acaso que o Sol nasce em uma posição e se põe em outra. Qual o motivo que o faz ter esse sentido? Podia ser o contrário. E porque não é? É difícil responder a pergunta, mas se sabe que é uma equação divina e que faz parte da Geometria Sagrada já analisada neste neste blog. Ocorre também que a Geomancia não se preocupa em saber o porquê das coisas, mas sim o motivo para o qual as coisas são feitas.



Preste atenção nas cores e verá que em Geomancia elas se associam as coisas da natureza. A exemplo, não se pode negar que o verde está relacionado a natureza, árvores, etc. Assim, não se trata de pensar que é ficção ou mistificação. Ou você pensa que quando seus olhos vêem a cor verde seu cérebro faz associação com o Céu? Claro que não! Por isso é indispensável que, em Geomancia, seja dada atenção as ligações intrínsecas entre a natureza e o que se está confeccionando ou instalando.



Em verdade é um princípio muito básico em que não se pode mistificar nada, como o fazem a maioria dos autores. Não há palavras difíceis para serem usadas e nem iniciação tão oportuna que tenha que ser feita. O que tem acontecer é que aquele que deseja trabalhar e ter a natureza a seu lado, deve se ater aos fatos e fazer comparações razoáveis e até mesmo técnicas entre o que engenha e o que está engenhado pela natureza. Há de pensar, por exemplo, que se onde for construir existe uma montanha, por razões óbvias de segurança, convém colocar a parte de trás da casa para o lado da montanha. São os ventos, os temporais, os vagalhões, etc, que serão aparados por ela.



A Geomancia também se aplica na observação sistemática da natureza e de seus agentes. Numa constatação simples, os antigos sabiam, a exemplo, que uma casa no campo não podia ser construída no local onde o gado vacum não gostava de passar a noite. A razão para isso é que vacas não gostam de dormir e não repousam em locais que estejam infestados por radiações minerais nocivas oriundas da crosta, do chão. Logo, se para os animais é ruim o local é certo que para os humanos também é.



Nem todo o animal se atém naturalmente as mesmas especificidades ambientais. O gato, por exemplo, é fora do padrão. Locais em que gatos gostam de ficar e dormir, normalmente são afetados por energias minerais radioativas e nocivas. Para tanto, se pode dizer que há uma preferência dos bichanos por locais com eventos naturais drásticos. E assim se vai.



O objetivo do texto é aguçar a curiosidade e dar a chance de uma aplicação simples da regra Geomante, através da observação simples e diária e que fique ao alcance de todas as pessoas. É um conhecimento antigo e útil. Bem usado, só trás benefícios.






Marlon Santos

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Como usar sensações do corpo para prever acontecimentos


Esse texto, na verdade, é um prolongamento dos textos Premonição e Como Aguçar a Premonição escritos aqui neste Blog. Portanto, procure ler para compreender melhor o que vai ser disposto aqui.



O corpo instintivamente possui certas características que o emblemam como ente sensorial. Independe de nossa vontade mental para que certas sensações sejam percebidas pelo corpo físico. É um tipo de antecipação dos eventos e dos acontecimentos que, sob forma de arrepios, calafrios, dor, sensação de peso, de calor, de frio, medo do nada, alegria sem motivos, vontade de chorar sem causa, etc.


O invólucro material é capacitado para se prevenir de traumas e acontecimentos de natureza nociva ou benéfica que lhe dizem respeito ou que se liguem umbilicalmente a ele. Assim sendo, é possível captar essas vibrações através do conhecimento das regiões que se ligam e se afinam a tais eventos.


Perceba que uma angustia em forma de sensação de peso para respirar ou de não conseguir suspirar, significa que teu coração (sentimento) está em perigo; dor na boca do estômago significa perda de porte grande em relação a morte ou dinheiro ( se for morte há dificuldade de engolir também); sensação de alívio na barriga ou baixo ventre, quer dizer que algo que você queria ganhar ou resolver, está resolvido ou resolvendo; vontade de rir espontâneamente significa êxito na missão principal que estava sendo pleiteada por último; sensação de pequenas cãibras no nariz, boca e ponta dos dedos, acompanhado de palpitação cardíaca: estás sendo traído; perda parcial e momentânea de espaço e tempo, sensação de perda de gravidade: eventos cataclismicos e monções destrutivas muito próximas e próximas de acontecer; medo sem motivo: pare de fazer o que estava fazendo, mude a trajetória para onde estava indo ou não siga em frente: perigo grave; sensação de leveza súbita nas pernas: você está passando por região de minério nocivo à saúde; sensação de micro batidas no coração: um filho em situação angustiante; sensação de alívio respiratório, vontade espontânea de suspirar: enredo emocional resolvido a seu favor; fadiga do nada: alguém que está ao teu lado tem ou está desenvolvendo doença grave; garganta embargada: alguém muito próximo está, no mesmo momento, te expondo e te aprontando (come na mesma mesa); arrepio na parte lateral externa dos braços: presença de espíritos estranhos a tua pessoa no ambiente; sensação de conforto acompanhada por vontade de chorar: presença de espírito familiar muito próximo.



E assim se vai... São muitas as formas de sentir e interpretar sinais. Use com parcimônia, tome muito cuidado. Se levar a sério o que está escrito acima é porque você está iniciado, e como os iniciados sofrem...






Marlon Santos

domingo, 19 de dezembro de 2010

Materialização de Espíritos em Parafina


As reuniões de materialização de espíritos acontecem em bem poucos lugares do mundo hoje, e geralmente são feitas por pessoas muito discretas e por espíritos que lhes recomendam tal discrição. Mas penso ser oportuno trazer aos leitores essas coisas intrigantes, tão misteriosas, mas agradáveis para aquele que quer se dedicar a esses estudos, desapegamente e com compromisso certo de estar fazendo a coisa certa para a alma e para o seu bem estar psico-espiritual.
Recomendo que leia antes os textos que tratam de materialização de espíritos aqui neste mesmo Blog, principalmente para entender o que é Ectoplasma e como ele é produzido, para logo após entender as seções de materialização de espíritos com parafina (cera de velas).


Toda seção que visa materializar um espírito ou coisas trazidas pelos espíritos deve obedecer certos rituais, não que sejam necessários, mas que assegure aos espíritos a seriedade da intenção dos membros reunidos, pois nenhum espírito sério ficará exposto ao ridículo numa seção desobjetivada de razão e de estudos sérios.



Este é um texto especial, que não é feito para convencer céticos, mas para trazer alento às pessoas que esperam algo depois da morte.



Teremos cuidado com as seções de materialização, principalmente porque elas estão, ainda, em suspenso parcial pela espiritualidade superior, sob a alegação (lógica) de que elas começaram 'com votos muito brilhantes, acabando em fascinação enfermiça'. Cuidemo-nos. As liberações espirituais de materialização estão, por enquanto, ainda voltadas a abrandar os males das enfermidades das pessoas, e pouco mais que isso.


Os assuntos espirituais estão em crescente evolução para por fim a séculos e séculos de hipocrisia e maldade.



REUNIÃO DE MATERIALIZAÇÂO


Decrição de R. A. RANIERE:


Nas reuniões de materialização, geralmente, os espíritos pedem que deixem duas latas de mais ou menos 29 quilos da seguinte maneira: uma cheia de parafina dissolvida e fervente, sobre um fogareiri aceso, a elevada temperatura de 80, 90, 100 ou mais graus centígrados. Se alguém colocar a mão dentro dentro dessa lata de parafina, a essa temperatura, ficará de imediato queimado gravemente. A outra lata colocada ao lado, pedem os espíritos que se encha de água fria. Aliás, ambas ficam cheias até a borda.



Enquanto os trabalhos prosseguem, da assistência se ouve ferver e espoucar a parafina em ebulição. O fogareiro não se apaga.


O espírito materializado para realizar o trabalho de confecção das luvas ou mãos ou pés, aproxima-se das latas e mergulha no líquido de parafina fervente o membro que deseja reproduzir em cera. Por exemplo a mão. Esta fica impregnada de parafina que se cola na mão. Do mesmo modo que se fritam ovos, derramando a gordura sobre os mesmos, o espírito com a outra mão vai derramando parafina sobre a primeira mão já recoberta com a camada inicial. Quando julga que a luva está como deseja, mergulha a mão recoberta de parafina fervente na água fria e, nesse momento, desmaterializa a mão espiritual (troca de frequência), que 'desaparece', deixando dentro da água apenas a luva de parafina, aos moldes de seu membro, o mesmo da última encarnação.



Se enchermos a luva assim fabricada de gêsso molhado, fica a reprodução fiel de um membro humano, notando-se todas as linhas originais e taé cabelos e os poros da pele, absolutamnete idêntica ao membro humano que vivera na Terra. De um modo geral se reconhece logo seu dono pela própria luva e pelo nome que o espírito dita aos presentes na reunião.




Para aqueles que duvidam da autenticidade das luvas, trouxe até aqui uma pesquisa realizada por um especialista forense de renome e incontestável perito e investigador.





Pesquisa Científica sobre Estudos de Criminalística referente à "Mãos Ectoplasmáticas" - Moldes e Luvas de Parafina e Gesso - Dr Fiorini




Imersão de mãos humanas em parafina líquida e posterior moldagens das mesmas em gesso odontológico (marca Herostone, Durone e sílica Jeltrate).



Objetivo: Investigar a possibilidade de recriar mãos humanas atuais em gesso, utilizando-se da mesma técnica do início do século passado, 1923, quando segundo livros de doutrina espírita, esse processo era feito para identificar mãos de espíritos materializados.


Material a ser usado na experiência: um ou dois quilogramas de parafina cosmética, um ou dois quilogramas de parafina comum, gesso comum ou gesso odontológico da marca Herostone ou Durone, duas vasilhas ou panelas contendo cinco litros de água e vaselina ou glicerina.




1 - DA PESQUISA.




Têm o propósito de recriar as famosas mãos, pés e outras peças anatômicas do corpo humano realizadas pelos espíritos naquela época de cera e gesso encontrados espalhadas por vários museus do mundo, como: Instituto Metapsíquico Internacional de Paris, França, Munesp. Museu Nacional do Espiritismo em Curitiba, Paraná, Museu André Luiz da cidade do Rio de Janeiro etc.


Em torno de l923, médiuns de efeitos físicos e ectoplasmia, passaram a reproduzir moldes perfeitos anatômicos humanos em moldes de parafina e gesso de mãos, pés, rostos, arcadas dentárias e até flores. A partir de então se iniciou uma grande controvérsia e polêmica sobre a autenticidade desses trabalhos, que até hoje continuam causando admiração e desconfianças aos cépticos.




Segundo a história espírita, essas peças eram feitas pôr espíritos que materializavam determinadas partes do corpo num parafineiro, visando provar sua existência em outro plano ou outra dimensão, conhecida como erraticidade.



Esses moldes eram ocos interiormente, visto que após a solidificação da parafina, eles (espíritos) se desmaterializavam, onde permaneciam todas as informações daquele local, tais como linhas palmares, poros, e inclusive impressões digitais.




Eram realizadas várias imersões para se obter mais consistência e rigidez, formando-se várias camadas, onde após a introdução do gesso, pudesse armazená-lo para futura solidificação.



Os médiuns que mais se destacaram no século passado foram: o polonês de Varsóvia, Franek Kluski, a inglesa Margery ou Srª Crandon; Mary M. Hard; a italiana Eusapia Paladino; a russa S.G. Stanilawa; Hollis e outros.



Pesquisadores que mais se destacaram foram: Richet, Gustavo Geley, Ernesto Bozzano, Willian Denton, Werner Keller, Alexandre Aksakof, Epes Sarget, Conan Doyle, Paul Heuzé, Robert Tocquet...



As dúvidas permanecem até hoje, os cépticos dizem que tudo não passa de fraude, truques embustes e até mágicas, aliás, dizem as más línguas que até o maior mágico de todos os tempos, Rin Houdini também teria sido enganado.


A partir disso baseando-se nos depoimentos, ou melhor, nas informações e instruções de Geley, resolvi fazer uma imitação dos fatos, é o que nós que atuamos na Polícia chamamos de “Reconstituição de Crimes”.


2 - DA PESQUISA:




2.1 - EXPERIÊNCIA EM LABORAtÓRIO.


Conforme já mencionado no cabeçalho utilizei nesta pesquisa os materiais já citados no cabeçalho, que geraram os moldes supra.



a) Utiliza-se 3 panelas ou vasilhas de 5 litros de volume

b) Duas vão ao fogo



c) Numa se coloca 1 quilo de parafina cosmética, a qual tem o ponto de fusão anterior à parafina comum, aquecê-la até o seu ponto de fusão, no estado líquido, após verifique sua temperatura molhando rapidamente com as pontas dos dedos, para certificar que ela não está quente:


d) Noutra coloca-se 1 quilo de parafina comum em 3 litros de água fervente, após a parafina se liquefazer esperar até ela se tornar morna.


e) Na terceira coloque água fria, cinco ou mais litros, onde se possa imergir a mão ou outro membro como o pé.

f) Verificando-se que ambas vasilhas de parafinas, tanto a cosmética quanto a comum já estejam líquidas, primeiro imerge a mão na vasilha contendo a cosmética, três ou mais vezes até possuir uma boa espessura, e após imerge a mão na parafina comum;


g) Repita a operação por diversas vezes até conseguir o resultado esperado;



h) Se a parafina comum esquentar muito a mão procure imergi-la imediatamente na vasilha contendo-se água.

i) Perceberá que quanto à parafina comum, mesmo sem o contato com a água, ela automaticamente irá solidificar-se, não sendo às vezes necessário o contato com a água;


j) Quanto à parafina cosmética que ficou aderente à pele humana, continuará ainda um pouco mole, isto é flexível o que facilitará movimentos dentro dela e dará oportunidade de flexão e remoção da mesma, através de suas aberturas como pulso no caso de mãos ou tornozelos em caso de pés;


k) Retirando-se a mão ou o pé cautelosamente, coloque a prótese dentro de um congelador de geladeira ou freezer para que fique bem rígido;


l) Fure as extremidades dos dedos com uma agulha quente, para que haja abertura suficiente na saída da água que contém no gesso;


m) Prepare o gesso, de preferência de produtos odontológicos, conforme marca anunciada no início, onde o mesmo apresente uma consistência de mingau, devendo despejá-lo devagar para não criar bolhas,


n) Deixe 1 hora descansando, e perceberá que o gesso vai esquentando solidificando-se, eliminando-se águas pelos furos e extremidades.

o) Coloque-o numa forma de alumínio e leve ao forno por 15 a 20 minutos, aos poucos a parafina derreterá e o gesso devido ao calor ficar queimado mais resistente.

3 - CONCLUSÃO E COMENTÁRIOS



Preferi utilizar a parafina cosmética, visto que não é tóxica e cancerígena para a pele humana, ao passo que a parafina comum, (H2-C-CH2) é originaria diretamente do Petróleo. Vale lembrar que todos os derivados de petróleo provem de animais em decomposição no subsolo terrestre. Pesquisei inúmeros tipos de parafina, onde àquela não tóxicas são formadas por óleos ou gorduras vegetais e animais, muito utilizadas em cosméticos para depilações, limpeza de peles, cabelos e algumas até para confecção de chocolates.



A pesquisa para um leigo torna-se muito perigosa devido a vários fatores: em primeiro lugar queimaduras graves em razão da parafina líquida ou do próprio fogo que se utiliza, em segundo lugar a inalação do vapor ou fumaça da parafina pode comprometer os pulmões ou qualquer outra parte do corpo, podendo causar câncer.



Portanto não é aconselhável qualquer pessoa manusear parafina líquida na própria pele do corpo humano, bem como aspirá-la, pode trazer sérios riscos à saúde.



4 - QUANTO AOS MOLDES QUE PRODUZI



Pude notar o quanto é difícil manusear esse material para moldagem, entretanto reproduzi duas de minhas próprias mãos esquerda em gesso, bem como o meu pé esquerdo, todos contendo linhas e impressões digitais palmares e plantares.



Não me abalou em nada a minha credibilidade com relação às peças anatômicas realizadas pôr entidades espirituais, visto que um bom perito sabe distinguir o que é possível reproduzir e aquela que não é possível, isto é que não pode ser originária de fraude, truques ou embustes.


Continuo tranqüilamente acreditando nos moldes em parafina e gesso realizados pelas entidades espirituais, mesmo que não tenha faces ou rostos humanos com perfeição, visto que para se fazer às materializações da época, à parte a ser reproduzida pelo espírito, era desmaterializada no médium, devido a isso para poupar-lhe a vida não se fazia muito o rosto e sim os membros.



Como os cépticos desconhecem isso eles dizem que só se fazia mão e pés, mas essas mãos e pés eram desmaterializados dos médiuns em transe mediúnico.



Qualquer pessoa pode sobreviver sem uma mão ou um pé, mas imagine uma pessoa sem a face humana ou a própria cabeça.

Tenho a dizer que os conhecidos “Grupo Cépticos”, não têm quaisquer conhecimentos espíritas e tampouco em estudos de criminalística, e que combatem essa idéia, para se promover na mídia, angariando fama e dinheiro.

Somente pessoas habilitadas em perícias poderiam dizer sobre a autenticidade das luvas onde iriam analisar as impressões digitais, poros. Linhas palmares etc. O químico com relação ao material que é constituída...


Consegui reproduzir uma mão em gesso, mas até hoje nunca vi alguém que tenha reproduzido uma mão oca, sem emendas, com os pulsos fechados, sem rachaduras, com uma película de apenas um milímetro de espessura em parafina, conforme se vê na foto número 21 da página152 do Livro “Materializações de Espíritos” de Paul Gibier e Ernesto Bozzano.

“Perispírito ou Espírito – O espírito é consciência eterna, evolui e demonstra isso nas múltiplas manifestações físicas e psíquicas. Não está condicionado a espaço, tempo e massa. Perispírito é uma forma projetada pelo espírito para aparecer moldando o físico nas dimensões físicas e psíquicas, em suas variadas formas. Em outra dimensão ele ainda é uma forma, que ocupa um espaço e deve ter massa, sutil. O que os videntes vêem não são os espíritos, mas seus perispíritos, tanto que os identificam. Autor: Dr. Henrique Rodrigues”.

Para mim foi sobremaneira importante fazer essa pesquisa, devido aumentar meus conhecimentos quanto à parte científica espírita, e deu azo para que eu possa introduzir essa brilhante idéia e técnica no trabalho pericial forense conhecido como: “moldagens de instrumentos de crimes”, O que seria isso? Quando um criminoso arromba uma porta ou gaveta, utilizando-se de instrumentos como: machados, pés de cabra, chaves de fenda, facas, canivetes etc., inevitavelmente ele deixa no local as “impressões digitais” próprias daquele objeto, onde se pode tirar seu molde para ulterior confronto, caso o objeto seja encontrado.

Atualmente esses locais são apenas fotografados, e a retiradas de moldes que existem são de produtos importados dos Estados Unidos.

Portanto a minha pesquisa já valeu a pena, acho que os “espíritos” me ajudaram.

Curitiba, l8 de Fevereiro de 2006.


João Alberto Fiorini de Oliveira.

Pesquisador Forense e Espírita.

Delegado de Polícia Chefe do SRPI


Ser. De Reg. Pol. Para Investigações


Subordinada à Agência de Inteligência da PC/PR

Professor titular da disciplina “Registros Policiais”


A ciência do Delito na Escola Superior de Polícia.

Estado do Paraná


Endereço: Rua Barão do Rio Branco, 399 Centro Curitiba/PR.

Cep: 80010-180


Marlon Santos

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

As Religiões e o Espiritismo


Todas as Religiões concordam com a existência da alma, embora não demonstrem isso. A afirmativa da existência do espírito, portanto, não é exclusiva do espiritismo e diametralmente, neste sentido, ninguém se opõe. A questão toda está baseada na origem da alma e no passado dela. De igual forma a maioria das religiões, senão todas, não dão conta do futuro da alma nem das condições que permeiam ou atentam para esse futuro.

Para a maioria das religiões a concepção de futuro para o espírito está relacionada a um quadro de pura crença de seus adeptos, com uma fé temerária e sem condição de fazer frente a uma pesquisa séria e despojada de pretensões mitológicas. Assim, se pode falar que as religiões se ligam diretamente a conceitos de pensamentos que vêm remontando épocas primitivas, que se ligavam as antigas concepções de universo e mundo sobre o destino da alma, inconcebíveis e insustetáveis diante da ciência.

O principal problema das religiões, em meu entendimento, está situado naquilo que proíbem as pessoas de saber porque não podem dar conta de explicar, uma vez que só perdem se as coisas forem discutidas e examinadas. Aliás, é daí que sai a dúvida e a falta de crença.

O Espiritismo por seu lado busca sanar a incredulidade tornando o desconhecido um caminho mais acessível, uma vez que, mais cedo ou mais tarde, é nesse desconhecido que todos teremos que penetrar. O Espiritismo torna um assunto folclórico em algo tangível e irrefutável, sem demagogias e alegorias e sem desmerecimento científico.

O homem não vive mais sua infância e deseja saber mais e mais detalhadamente. Seria um escárnio agir assim? Não, pois sua consciência é que lhe faz pensar que existe algo além dessa fronteira material e que futuro é uma concepção cabível e lógica. A ciência fez o ser humano desenvolver razão e essa razão não dá chances para o homem aceitar contos da carochinha em relação à crença.


Surge assim o fato que é incontestável que a procura das pessoas pelas religiões aumentem a cada dia. Primeiro pela consciência exposta acima, segundo, deixa de ser religioso e fica a descoberto de crença quando a religião se volta para as primitivas alegorias, pois quando o ser humano procura a religião ele quer, antes de mais nada, acalmar suas apreensões e dramas que vive. No entanto, ele não pode ficar sujeito a um duelo entre afirmação e negação, o que fará do homem um escravo das coisas materiais.

Como viver num mundo cujo passado se desfaz em frangalhos e o presente é incerto e duvidoso? Somente saindo da crença ingênua e buscando incansavelmente a religião do futuro que trate bem de suas aspirações de consciência.

O sentido errante da crença jaz com o conhecimento que hoje o homem tem das leis e quadrantes que regem a matéria. E isso é bom, pois ao contrário do que se imagina, em nada desmerece a religião séria, desde que adequada a realidade, o que é difícil.

O Espiritismo está envolto em experimentação e é acompanhado um instrumento de observação chamado faculdade mediúnica que, graças a ciência, dá provas que tais vislumbres e visões não são parcas nem levianas. E desse jeito se vai buscando separar o princípio inteligente daquilo que é matéria, atendendo a demanda das angústias do homens em suas ânsias de saber e aprender sobre o mundo para o qual a alma vai e veio.

O Espiritismo procura, nesse intercâmbio entre os dois mundos, aplacar os males que o homem provocou para ele próprio em razão de vícios, orgulhos, vaidades, ambição, cobiça e excessos em geral. Parte do princípio que está no coração do homem a tendência natural de buscar a lei de Deus, que é toda sabedoria e justiça.

E nesse jogo entre o 'mal' e o bem, Deus colocou o próprio remédio, pois do tal 'mal' em seu puro exercício, sai a desventura dele mesmo, uma vez que o homem cansado das desventuras morais muda de caminho e passa a elevação da consciência, partindo da origem que retrata que o 'mal', na verdade, não passa de ignorância. E é isso que a religião deveria mostrar. Que o mal é a ausência do bem, pura e simplesmente, e que só o conhecimento espanta os fantasmas que afligem a alma humana, conforme os ensinamentos espíritas.

As religiões devem estabelecer e ajudar a estabelecer o bem, tão somente isso, pois não é combatendo o 'mal' que se acabará com ele, mas sim proporcionando o bem, que uma vez feito extingue o 'mal'.

Perpetuemos a natureza do espírito humano que é solidária, hoje e sempre, o que fundamenta a reencarnação demonstrada pelo Espiritismo.

Leia neste Blog A Reencarnação, A Desencarnação, O Mal Existe?, O Diabo Existe? e O carma.


Marlon Santos

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A Cremação e o Espírito



O ato de cremar o corpo morto não traz nenhum prejuízo ao espírito. Somos muito apegados ao folclore de pensar que o corpo depois da morte continua a sentir e ter as mesmas características do corpo em vida. São apelos sentimentais relacionados a nossa ignorância espiritual, pois com a morte a vida e os sentidos se esvaem do corpo terreno e acompanham o corpo espiritual.



Quanto ao apego às formas físicas não há de se supor que elas serão mantidas, sendo o corpo físico cremado ou não. Ocorre que o apodrecimento do cadáver, que o levará pela decomposição a se tornar terra novamente, destituirá a forma do mesmo jeito. Quer dizer, não é o que vai consumir o corpo que produzirá desvantagens ou vantagens para o espírito, e sim a cultura e a evolução que farão isso.




Alguns pensam que o espírito poderia, em caso de ainda estar ligado ao corpo, sofrer dores relacionadas a queima, o que é claro que não acontece pelas razões acima expostas. Será que o mesmo espírito não sofreria de dores ao sentir as larvas comerem o cadáver enterrado? Assim, se pode pensar que é melhor a cremação do que o enterro, além do mais a cremação é mais racional.


Familiares muitas vezes tomam partido dizendo que estariam p


erdendo referência, uma vez que o corpo não seja depositado num local identificável e que possibilite as visitações. Nada disso traz tranquilidade ao espírito, cuja preocupação é o bem estar da família e o seu próprio, e havendo alguma preocupação de lembranças, com certeza estaria voltada para que não esquecessem dele enquanto ente, e não de seu cadáver, e ex-corpo, putrefado.




Sejamos solícitos enquanto estamos juntos, vivos neste plano, e após a desencarnação não sejamos hipócritas, querendo dar ataúdes perfumados ao corpo de quem, muitas vezes, nem percebíamos o valor grande que tinha em vida. Valorizemos a carne enquanto vivificada, depois demos fim nela, justo e digno, mas sem 'bizarrices'.






Marlon Santos

domingo, 12 de dezembro de 2010

Mediunidade de Efeito Físico

Para sabermos com mais precisão as atividades da atividade mediúnica é preciso que se saiba alguns detalhes sobre ectoplasma, na concepção de André Luís:



''O ECTOPLASMA

André Luiz, no livro "Nos Domínios da Mediunidade", cap. XXVIII, nos descreve um dos seus aprendizados sobre o assunto, quando realizou um trabalho de observação a uma sessão de materialização, ocorrido aqui na Terra. (há fortes indícios que tenha sido com o médium Francisco Peixoto Lins, o Peixotinho).

Conta-nos ele, que durante esse fenômeno especialíssimo, o médium é desdobrado e afastado do corpo, semelhante a um desencarne. Assim prostrado, sob o domínio dos "técnicos espirituais", começa a expelir o ectoplasma, qual pasta flexível, à maneira de uma geléia viscosa e semi-líquida, através de todos os poros, com mais abundância pelos orifícios naturais, particularmente da boca, narinas, e ouvidos, além do tórax e das extremidades dos dedos. Esse fluido condensado, de alvura extraordinária, ligeiramente luminosa, comparável à clara de ovo, com um cheiro característico, indescritível. Dessa forma, o médium começa a desmaterializar-se.

O ectoplasma, por sua vez envolve o perispírito do espírito a ser materializado, semelhante a peças de tecido leves e finas, ou interpenetra os objetos, dando-lhes forma e movimento.

O fenômeno independe das qualidades morais e do caráter do médium, são emanações psicofísicas, das quais o citoplasma é uma das fontes de origem. Portanto o fato do médium fumar, beber, ingerir drogas ou abusar da alimentação inadequada, não o faz um médium mais ou menos apto, mas influenciam, devido às toxinas que contaminam o ectoplasma, a ponto de prejudicar o organismo do próprio médium.

Vemos, como exemplo, os ensinamentos dos espíritos, no caso do médium Francisco Peixoto Lins, que alertavam sempre sobre os vícios, classificando-os como uma escolha para a mediunidade, com conseqüências nefastas e tóxicas para o médium. Em muitas das reuniões realizadas pelo grupo dele, e que não tiveram êxito, a explicação era de que os resíduos decorrentes desses vícios e da alimentação inadequada, que impregnavam o organismo do médium, não propiciariam o efeito desejado sem atingir com gravidade o organismo do médium. Eles falavam e ensinavam com brandura, mas eram enérgicos e severos em relação à participação nas reuniões de pessoas com esses vícios e do próprio médium.


MATERIALIZAÇÕES LUMINOSAS

Novamente, segundo o dicionário, o termo se refere à individualização de uma forma pela matéria, ou à atribuição de qualidades da matéria a algo, no caso ao espírito, ou fazer manifestar-se o espírito sob forma material, torná-lo corpóreo.

Refere-se também o termo, há um tipo especialíssimo de mediunidade, onde ocorre o fenômeno da corporificação de espíritos através do ectoplasma do médium. Em diversas obras sobre o assunto, em que os autores participaram e analisaram fria e racionalmente o fenômeno, por anos a fio, podemos concluir, que ele apresenta um tipo de ocorrência padrão, onde participam sempre, o médium que apresenta tal faculdade mediúnica, demais pessoas que assistem e auxiliam materialmente a realização do fato, um ou mais Espíritos evoluído que coordenam a elaboração espiritual do fenômeno e algumas entidades, de caráter menos evoluído, com mais ligações com a matéria e o mundo material.

Algumas dessas materializações chegam a ter uma intensa luminosidade, que chega a desafiar qualquer pensamento de incredulidade à respeito do fenômeno. Isso ocorre devido à grande quantidade de fosfato de lecitina, que o médium apresenta em seu organismo. Por isso que em certas ocasiões o famoso médium Peixotinho era orientado pelos Espíritos a ingerir muito peixe, alimento que possui essa substância.



O FENÔMENO ATRAVÉS DOS TEMPOS

Caso fôssemos analisar a história da humanidade através do tempos, com certeza teríamos elencados muitos casos de manifestação da mediunidade de efeitos físicos, antes mesmo que ela assim fosse denominada e compreendida, pois antigamente, era considerada como fenômeno sobrenatural. Atualmente, à luz do Espiritismo, podemos compreendê-la melhor e explicá-la cientificamente.

Ernesto Bozzano nos ensina, em seu livro "Pensamento e Vontade", que a substância ectoplásmica já era conhecida pelos alquimistas do século XVII, como Paracelso, que a denominou Mysterium Magnum, e Tomas Vaogan, que a definiu por Matéria Prima. Também Emmanuel Swedenborg, um dos precursores do Espiritismo, realizou experimentos de ectoplasmia.

Outros importantes pesquisadores podem ser citados, como Dr. Gustavo Geley, que descreveu essas manifestações em seu livro "Do Inconsciente ao Consciente, além de diversos investigadores científicos, tais como Hartmann, Aksakof, Du Prel, Cel. de Rochas, que baseou suas conclusões nas experiências realizadas com a também famosa médium de ectoplasmia, Eusápia Paladino.

Outro caso interessante de materialização de corpo humano, exercida por uma entidade inteligente e com o auxílio da posse temporária do corpo fluídico exteriorizado, foi observada e pesquisada exaustivamente pelo cientista químico-físico londrino, Dr. William Crookes, por volta de 1869, que estudou o fenômeno por mais de 30 anos. Através de uma médium chamada Florence Cook, se manifestava o espírito denominado Katie King. Ela apresentava diversos fenômenos, como levitação, escrita, materialização, mas apenas de um único espírito.

Mais recentemente, por volta da década de 40, Fábio Machado, um médium que morava em Belo Horizonte, produzia fenômenos de materializações, como conta Ranieri, em seu livro "Manifestações Luminosas". Através dele ocorriam os mesmos fenômenos observados no médium Francisco Peixoto, no Rio de Janeiro, e com os mesmos espíritos, mesmo sem se conhecerem ou terem conhecimento da existência um de outro. A única diferença é que as materializações de Fábio eram opacas.



FRANCISCO PEIXOTO LINS

Dentre os casos relatados pela Literatura Espírita, um dos que mais impressionam pela total autenticidade e abundância do fenômeno, é o de Francisco Peixoto Lins, o qual, segundo profunda análise dos relatos, foi alvo das observações de André Luiz, em suas visitas de aprendizado em nosso meio. Não há registros, no Brasil, de médiuns que provocassem materializações como as de Peixotinho.

Muitos fenômenos foram observados, descritos e testados por centenas de pessoas de bem, cultas, estudiosos, além do acompanhamento criterioso de um delegado de policia da época, que publicou um livro a respeito, intitulado "Materializações luminosas". (R. A. Ranieri)


OS FENÔMENOS DE PEIXOTINHO

Eram flores naturais e orvalhadas que apareciam, em abundância, do nada; luvas de parafina; flores moldadas na parafina; moldes do rosto de espíritos; materializações completas e incompletas (apenas o busto) de entidades; aporte de pedras de diversos lugares do mundo; chuva de flores, de pétalas naturais; brisa suave; aragem fresca; perfumes deliciosos; voz direta (garganta ectoplásmica); escrita direta; biombos e cadeiras que levitavam; desmaterialização de uma viola; fabricação de remédios homeopáticos; aparecimento de água mineral da França (Vichy); letreiros luminosos com frases inteiras ditadas na hora pelos participantes; além das curas e tratamentos inacreditáveis que ocorriam todos os dias.

A cada sessão era um verdadeiro espetáculo. Em uma única reunião eles chegaram a moldar em parafina, cerca de 100 flores. Para distrair os participantes e evitar que suas mentes divagassem por outras paragens, as entidades utilizavam a música como recurso. Tocavam violão e espíritos dançavam. Enviavam, por escrita direta, ou eles mesmos sentavam à mesa, tomavam a caneta comum e escreviam letra e música de hinos.

Ouvia-se sempre com perfeição e nitidez, no ambiente, os sons produzidos pelos espíritos corporificados, seus movimentos de ir e vir da cabine, dirigindo-se ao balde de parafina fervente e o som característico do molhar das mãos em água fria para o resfriamento e endurecimento das moldagens.

O início dos trabalhos era marcado com um sinal: o aporte de uma ou várias pedras que surgiam do nada. E sempre ao final da reunião ouvia-se uma voz enunciar o êxito ao não da sessão. Muitas vezes, enunciavam através do recurso da voz direta (garganta ectoplásmica) que não haviam conseguido o objetivo esperado e ao acenderem as luzes encontravam botões de rosas, cravos, margaridas ou outras flores, ofertadas por espíritos aos presentes.

Os mentores explicavam que extraíam fluidos (energia ectoplasmática) dos médiuns para tratarem dos doentes. Explicava também que as tarefas em torno da mediunidade são o resultado de um trabalho em conjunto, de equipe, baseado na unidade de propósitos, capaz de formar um campo psíquico ou, como se diz comumente, uma corrente de energias. Nesse campo movimentam-se os fluidos por força da mente, que plasma e cria, seguindo as determinações do espírito diretor ou controlador.'



Normalmente a mediunidade de efeito físico é combatida por alguns detratores com exemplos de seções de mágicas produzidas por ilusionistas. O que é ridículo, pois a mediunidade pura não abre margens para suposições e rasgos de fraude.


Pelo menos eu, ao falar de mediunidade, e até por exercer função medianeira de cura, trato do assunto sob a ótica da mediuniadde séria e das pessoas sérias que querem se instruir, sem jamais em preocupar com esse ou com aquele que tentam desmontar a mediunidade com propósitos bobos.

Marlon Santos



terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A Maçonaria e sua doutrina








Sou Maçom e posso afirmar que os maçons são aconselhados, dentro de loja, a se tornarem cidadãos exemplares e a se afastarem de movimentos cuja tendência seja a de subverter a paz e a ordem da sociedade, e se tornarem cumpridores das ordens e das leis do país em que estejam vivendo, sem nunca perder o dever de amar o seu próprio país. A maçonaria promove o conceito de que não pode existir direito sem a correspondente prestação de deveres, nem privilégios sem


'1. O que é a Maçonaria de nossos dias?

A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor a Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal.

2. A Maçonaria é uma sociedade secreta?

A Maçonaria não é uma sociedade secreta, no sentido como tal termo é geralmente empregado. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secreta e oculta a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão à venda em qualquer livraria. Os únicos segredos que a maçonaria conserva é as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem.

3. A Maçonaria é uma religião?

A Maçonaria não é uma religião no sentido de ser uma seita, mas é um culto que une homens de bons costumes. A Maçonaria não promove nenhum dogma que deve ser aceito taticamente por todos, mas inculca nos homens a prática da virtude, não oferecendo panacéias para a redenção de pecados. Seu credo religioso consiste apenas em dois artigos de fé que não foram inventados por homens, mas que se encontram neles instintivamente desde os mais remotos tempos da história: A existência de Deus e a Imortalidade da Alma que tem como corolário a Irmandade dos Homens sob a Paternidade de Deus.

4. A Maçonaria é anti-religiosa?

A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito de o homem praticar a religião e de seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularidades do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo.

5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica?

A Maçonaria não é ateísta nem agnóstica. O ateu é aquele que diz não acreditar em Deus enquanto o agnóstico é aquele que não pode afirmar, conscientemente, se Deus existe ou não. Para ser aceito e ingressar na Maçonaria, o candidato deve afirmar a crença em Deus.


6. A Maçonaria é um partido político?

A Maçonaria não é um partido político. Ela não tem partido. Em princípio, a maçonaria apóia o amor à Pátria, respeito às leis e à Ordem, propugnando pelo aperfeiçoamento das condições humanas. Os maçons são aconselhados a se tornarem cidadãos exemplares e a se afastarem de movimentos cuja tendência seja a de subverter a paz e a ordem da sociedade, e se tornarem cumpridores das ordens e das leis do país em que estejam vivendo, sem nunca perder o dever de amar o seu próprio país. A maçonaria promove o conceito de que não pode existir direito sem a correspondente prestação de deveres, nem privilégios sem retribuição, assim como privilégios sem responsabilidade.

7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos?


A Maçonaria não é uma sociedade de auxílios mútuos, ela não garante a ninguém a percepção de uma soma fixa e constante a nenhum de seus membros, na eventualidade de uma desgraça ou calamidade pode reclamar tal auxílio. Entretanto, a Maçonaria se empenha para que nenhum de seus membros sofra necessidades, ou seja, um peso para os outros. O Maçom necessitado recebe de acordo com as condições e as possibilidades dos demais membros da Ordem.





8. A Maçonaria é uma ideologia um "ismo"?

A Maçonaria nem é uma ideologia, nem um "ismo". Ela não se envolve com as sutilezas da filosofia política, religiosa ou social. Mas, ela reconhece que todos os homens têm uma só origem, participam da mesma natureza e tem a mesma esperança e, por conseguinte, devem trabalhar em união para o mesmo objetivo - a felicidade e bem estar da sociedade.


9. Então o que é a Maçonaria?


A Maçonaria é uma organização mundial de homens que, utilizando-se de formas simbólicas dos antigos construtores de templos, voluntariamente se uniram para o propósito comum de se aperfeiçoarem na sociedade. Admitindo em seu seio, homens de caráter, sem consideração à sua raça, cor ou credo, a Maçonaria se esforça para constituir uma liga internacional de homens dedicados a viverem em paz, harmonia e afeição fraternal.

10. Qual é a missão da Maçonaria?


A missão da Maçonaria é a de "fazer amigos, aperfeiçoar suas vidas, dedicar-se às boas obras, promover a verdade e reconhecer seus semelhantes como homens e irmãos".

A missão da Maçonaria ainda é a prática das virtudes e da caridade, é confortar os infelizes, não voltar às costas à miséria, restaurar a paz de espírito e a paz aos desamparados e dar novas esperanças aos desesperançados.

11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela?

A Maçonaria não "convida" ninguém, mesmo aos mais qualificados para se tornarem um membro da Ordem. Aquele que deseja entrar para ela deve manifestar esse desejo espontaneamente, declarando que livre e conscientemente deseja participar dela.

A Maçonaria não prende nenhum homem a juramentos incompatíveis com sua consciência a liberdade de pensar.
No entanto, só entra na Maçonaria aquele que for convidado por outro maçom, desde que mestre.

12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres?

Tendo evoluído da Maçonaria Operativa que erguia templos(serviços braçais e brutos) no período da construção de catedrais, a Maçonaria adotou a antiga regulamentação que provia o seguinte: "As pessoas admitidas como membros de uma Loja devem ser homens bons e de princípios virtuosos, nascidos livres de idade madura, sem vínculos que o privem de pensar livremente, sendo vedada a admissão de mulheres, pois, na época, por determinação das leis religiosas e absurdas, a mulher não dispunha das mesmas condições legais. Hoje, em verdade, as mulheres participam ativamente da vida maçônica de seus maridos e, inclusive, há reuniões, chamadas brancas, onde existe a participação de mulheres e convidados em geral.

A regularidade da maçonaria se deve ao fato de se ater aos seus princípios básicos e imutáveis regidos por mandamentos, entre os quais se inclui o que acima se disse.

13. Por que são chamados de templos os locais de reunião?

Os lugares onde os maçons se reúnem são chamados de templos porque, embora não sendo uma religião ou reunindo-se em uma igreja, a Maçonaria preserva religiosamente os direitos de cada indivíduo praticar a religião ou credo de sua preferência, mantendo-se eqüidistante das diferentes seitas ou credos. Ela ensina a todos como respeitar e tolerar as religiões diversas de seus membros.

14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima?

Nem mesmo em um país como os Estados Unidos que agora se compõe de 50 Estados e conta com cerca de quatro milhões de Maçons, obedece a Maçonaria a uma autoridade suprema. A Maçonaria em cada país ou em cada estado de uma Federação é regulada e dirigida por uma Grande Loja independente e soberana.

1. O que é a Maçonaria de nossos dias?

A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor a Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal.

2. A Maçonaria é uma sociedade secreta?

A Maçonaria não é uma sociedade secreta, no sentido como tal termo é geralmente empregado. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secretos e ocultos a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão à venda em qualquer livraria. Os únicos segredos que a maçonaria conserva é as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem.

3. A Maçonaria é uma religião?

A Maçonaria não é uma religião no sentido de ser uma seita, mas é um culto que une homens de bons costumes. A Maçonaria não promove nenhum dogma que deve ser aceito taticamente por todos, mas inculca nos homens a prática da virtude, não oferecendo panacéias para a redenção de pecados. Seu credo religioso consiste apenas em dois artigos de fé que não foram inventados por homens, mas que se encontram neles instintivamente desde os mais remotos tempos da história: A existência de Deus e a Imortalidade da Alma que tem como corolário a Irmandade dos Homens sob a Paternidade de Deus.

4. A Maçonaria é anti-religiosa?

A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito de o homem praticar a religião e de seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularidades do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo.


5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica?


A Maçonaria não é ateísta nem agnóstica. O ateu é aquele que diz não acreditar em Deus enquanto o agnóstico é aquele que não pode afirmar, conscientemente, se Deus existe ou não. Para ser aceito e ingressar na Maçonaria, o candidato deve afirmar a crença em Deus.

6. A Maçonaria é um partido político?

A Maçonaria não é um partido político. Ela não tem partido. Em princípio, a maçonaria apóia o amor à Pátria, respeito às leis e à Ordem, propugnando pelo aperfeiçoamento das condições.'



Marlon Santos, Loja Vale do Jacuí, 75, Grande loja

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Como Contatar Por Telepatia




A Telepatia é uma forma de contato que se dá entre as mentes das pessoas. Vou escrever sobre as formas que eu conheço e já pratiquei, sem delongas nem 'palavrórios' requintados que mais enrolam do que explicam. Aliás, todos os nomes 'bonitos' sobre Telepatia foram inventados por aqueles que nunca tiveram contato telepático, embora escrevam livros e livros. Aqui neste blog, ao contrário, pretendo passar para vocês, leitores, as formas com que cada ser humano pode estabelecer e manter contato telepático, sem melindres e sem sofismas.
O contato telepático é uma tarefa que deve ser encarada com simplicidade pelo iniciado, devendo ele saber que a Telepatia é uma disposição natural da alma e da mente. Portanto, pode ser aprimorado e, a prática, poderá levar a perfeição, mas em Telepatia nada pode ser inventado, ela é o que é.
O uso da Telepatia é histórico e acompanha o homem desde a criação do mônada, o corpo espiritual. Ora, o ser humano não vive alienado por natureza e não é por natureza que ele está totalmente voltado para os afazeres domésticos e preocupações materiais, em verdade, as pessoas se afeiçoam e se envolvem tanto com as coisas triviais e diárias a ponto de adormecer em si as pré-disposições do conjunto corpo-espírito, entre essas pré-disposições, a Telepatia.

Mentes emissoras e mentes receptoras

É certo que existem mentes com tendências naturais com mais propensão para receber ou emitir dados. Também, me parece, que consanguinidade ajuda nas interpretações telepáticas, mas não é regra, pois os maiores telepatas que existiram não eram parentes.
A Telepatia te um veio radiestésico. Cheguei a essa conclusão por experiência própria. Toda a vez que usei algo pessoal de meu correspondente telepático, uma roupa, um lenço, uma jóia, um relógio ou coisa parecida, o contato tinha mais chance de sucesso, normalmente cem por cento. O que quer dizer que há uma ligação elementar molecular na Telepatia nos mesmos moldes que na Radiestesia.
Em Telepatia uma coisa tem que ficar estabelecida: tem que ter duas pessoas e uma tem que emitir os sinais telepáticos e outra receber e decodificar os sinais telepáticos.


Como emitir e receber sinais telepáticos


O emissor acaba se reconhecendo nos trabalhos, assim como o emissor, ou seja, a melhor aptidão vai ser estabelecida durante o desenvolvimento das experiências.


O emissor deve ter em sua frente, para começar, um grupo de desenhos geométricos, de preferência cinco, não menos do que isso. O receptor deve ter os mesmos cinco desenhos em sua frente, em uma mesa. Ambos devem ficar de costas um para o outro. Aquele que emite deve escrever o nome da figura em que sua mente está centrada em papel disposto na mesa para essa finalidade. Deve anotar horário da escolha da figura, conjuntamente.


O emissor deve manter sua mente voltada para a figura, tanto na imagem física quanto na imagem produzida pela mente, pois é justamente o tempo em que a imagem do objeto fica na mente do emissor que possibilita a cópia mental pela mente do receptor.


A pessoa emissora deve ter a condição de se fixar na imagem sem distorcê-la tanto. Ao mesmo tempo, deve ter em mente o nome mais habitual do receptor(apelido, nome composto, nome) sendo pronunciado mentalmente, de forma que possa atrair para sua raia de aura mental o ânimo da mente receptora.


O receptor deve nortear sua mente para um estado de vazio, tipo um campo verde e sem fim, ou um deserto infinito, em que seu pensamento se desassocie de formas e formatos similares aqueles que estão para ser emitidos pela mente do outro. O receptor não pode se antecipar ao emissor sob pena de invalidar o procedimento. Mentes bem afiadas, mesmo elas, requerem no mínimo trinta segundos ou um minuto de relaxamento na forma acima citada para poder captar emissões. Assim que a mente receptora se posiciona com serenidade, ela pode deixar fluir as imagens que estão sendo produzidas, não esquecendo que dentre elas estarão as imagens da mente emissora. Para limpar as imagens e acertar as emitidas, é só verificar que as imagens emitidas são pulsantes, no geral. Também é interessante que o receptor consigne ao ato o pronunciar mental do nome habitual do emissor para que ambos não fiquem sujeitos a disposições mentais inferiores produzidas por terceiros -falo em nome habitual porque a mente quase sempre se apega mais ao nome que lhe agrada do que ao nome original da pessoa.
Muitas vezes eu recorri às mãos para captar o objeto enviado, ao passar a mão por cima das figuras ela fica ligeiramente abalada, mas não é bom que isso ocorra, pois a mente fica viciada e nem sempre você, em Telepatia, vai conseguir ter figuras na frente para escolher, pois quase na totalidade das vezes a mente vai ter que interpretar as formas emitidas.


O captador deve manter, portanto, sua mente num patamar que privilegie as formações de imagens oriundas do exterior e interpretar, assim, as formações decorrentes. Isso quer dizer que não é preciso esforço desmedido para interpretar(decodificar) ou emitir as formas, mas sim disponibilidade e mente tranquila e centrada.


A mente pode interpretar sinais pelo ultrassom também, só para ilustrar.



Outras experiências


Muitas vezes se pode recorrer a outros artifícios, depois de muito treino. Um deles é não usar figuras desenhadas e sim fazer a formação da figura na mente, de forma única. O processo é o mesmo.


Outro artifício usado são as sensações de temperaturas, onde o emissor submete uma parte de seu corpo ao calor da chama de uma vela ou ao frio de um cubo de gelo e o receptor dá conta da sensação em seu corpo.

Algumas vezes podem ser usados objetos ou elementos de qualquer tipo. Por exemplo, um ovo. O emissor agarra na mão tal objeto e o receptor interpreta a forma dele; pode também ser feito a procura do emissor, que é quando ele vai até um lugar desconhecido pelo receptor e emite sinais mentais como o nome do lugar e a aparência em imagens do tal lugar, de modo que o receptor possa localizá-lo.

Os animais são os que mais usam a Telepatia, em especial os elefantes.


A distância para a Telepatia


Os telepatas não tem distância para comunicação e a Telepatia só tem momento, portanto uma variante do tempo, mas não tem espaço, nas minhas convicções. Não há problemas, então, se um estiver de um lado do oceano e o outro do outro lado. Assim como não há nenhum problema em um ficar dentro de uma caixa de aço completamente fechada e o outro em outra caixa, pois a Telepatia ocorre em frequência diferenciada de qualquer objeto terreno e nada nesse muno a obstaculiza.


Esse é o começo do trabalho com Telepatia, colocado de uma forma natural e simples. Boa experiência e bom uso.


Marlon Santos

domingo, 28 de novembro de 2010

Como Evocar Espíritos


Qualquer pessoa pode evocar espíritos, para tanto basta querer e saber como proceder durante o evento, que nem sempre é acompanhado só de cheiro de rosas e boas energias. Os espíritos estão em todos os lugares e suas vontades de se comunicarem com as pessoas encarnadas também é enorme. Ocorre, porém, e isso deve ser observado, e bem, que nem todos os espíritos estão autorizados para esses contatos por várias razões. A principal delas é a falta de preparo e as condições emocionais, por isso o cuidado tem que ser extremo. Deve ser observado, ainda, que boa parte do sucesso da evocação está relacionado com a pessoa encarnada, pois é sua condição de produção ectoplasmática, entre outros atributos, somados as questões morais e emocionais do evocador, que darão o tom da manifestação dos espíritos nessa hora.

Nem sempre, ou quase nunca, as manifestações oriundas de uma evocação são tangíveis, o que não quer dizer que a reunião ou a evocação esteja errada, pois os espíritos podem estar presentes sem que sejam visualizados uma vez que suas frequências corporais são distintas das nossas e, portanto, distantes das condições de visibilidade de nossos olhos terrenos. Veja os textos 'Por que não vemos os espíritos?', 'Manifestação materializada de um espírito', 'A materialização de espíritos' e 'Onde nossas almas vão enquanto dormimos', aqui neste blog.
Dito isto, considere o ambiente de seriedade e o propósito da evocação. Considere que o tipo da intenção é que classifica o tipo de espírito que vai acudir a reunião e que espíritos de grande sabedoria não servirão de 'mulas' para intenções banais ou grosseiras dos pedintes ávidos por vontades fúteis.

As evocações não seguem um padrão, embora certos espíritos, em acordo com seu grau evolutivo ou costume, possam ter suas atenções chamadas pela prática de alguns rituais já convencionados por religiões e grupos. No entanto isso não é regra e normalmente as evocações podem se dar de jeitos mais simples, pois para os espíritos o que interessa é saber o ânimo e a disposição que a pessoa tem de se comunicar. A evocação é o ato que faz o espírito entender que alguém está disposto a falar-lhe e vice-versa.

A forma de obter um testemunho da presença do espírito é também variada. Cada lugar, cada reunião, cada espírito, em acordo com a circunstância, tem uma forma de conseguir produzir efeitos de audiência e visibilidade apropriada. Muitas vezes podem ser ruídos, outras vezes odores, noutras movimentos de objetos, e por aí se vai. Quase sempre os integrantes da reunião convencionam uma forma de observar a presença do espírito distinguindo, inclusive, os vários que podem estar no ambiente. Uns por ruídos, outros por odores, etc. Também é convencionada a forma de atrair os espíritos e suas atenções. A mais usada é expressa em forma de oração, onde o evocador pede a presença desse ou daquele espírito citando nomes, apelidos ou alcunhas que caracterizam a entidade. Outra forma se dá através de gráficos desenhados no chão ou em papéis em cima de uma mesa, cujo significado o espírito e o evocador conhecem bem. Vários destes símbolos constam em livros de cabala e outras manifestações literárias. Certos símbolos gráficos de evocação de espíritos são milenares e suas facetas são tão conhecidas por eles que, ao que parece, chega ser mais fácil provocar suas presenças com a disposição simples deles nas mesas.

Várias problemáticas podem ocorrer em virtude das evocações, pois não há segurança maior que o conhecimento da pessoa que evoca os espíritos para saber sair de situações embaraçosas decorrentes da evocação. Portanto cuidado! Conforme o tipo de espírito evocado e o tipo de energia do ambiente e das pessoas que evocam, até mesmo a espiritualidade superior terá dificuldade em reorganizar o local da manifestação. Sem contar que você poderá estar incorrendo em disposições cármicas, cujo conhecimento você pode não ter...



Cuide muito, pois coisas boas podem se tornar ridículas se mal usadas.



Em seguida publicarei certos ritos e proferimentos de evocação usados com êxito ao longo da história pelos mais variados povos e culturas.






Marlon Santos